- Um homem de 20 anos foi detido por abuso sexual de uma menina de 12 anos, ocorrido no verão de 2025, em Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa.
- A Polícia Judiciária indica que o suspeito está fortemente indiciado por crimes de abuso sexual de menores agravado e pornografia de menores, cometidos contra a menor no contexto de vizinhança.
- Os factos ocorreram na residência do suspeito, que mora no mesmo prédio da vítima e da sua família, permitindo-lhe conhecer rotinas e dinâmicas familiares.
- A PJ refere ter-se baseado numa relação de confiança entre o suspeito e a vítima para a seduzir e concretizar vários crimes contra a sua autodeterminação sexual, com a menor a manter segredo inicialmente.
- Foi possível confirmar a suspeita após diligências da PJ, com mandados de busca domiciliária e de detenção, e já se identifica a existência de outras potenciais vítimas online; o detido será apresentado ao interrogatório de arguido no dia de hoje.
Um jovem de 20 anos foi detido por abuso sexual de uma menina de 12 anos em Vila Franca de Xira, no distrito de Lisboa, durante o verão de 2025. A detenção ocorreu na sequência de investigações da Polícia Judiciária (PJ), segundo o designated.
A PJ aponta que o arguido está fortemente indiciado por crimes de abuso sexual de menores agravado e pornografia de menores, praticados contra a vítima que reside no mesmo prédio, lado a lado com a família do suspeito. O contexto de vizinhança facilita o contacto.
Segundo os elementos da investigação, o homem criou uma relação de confiança ao longo dos anos e aproveitou a vulnerabilidade da menor para a seduzir e consumar os abusos, inicialmente em segredo. Os factos chegaram ao conhecimento escolar e foram reportados ao piquete da PJ.
A instrução aponta para a existência de um perfil de abusador sexual e de pornografia de menores, o que levou à ativação de mandados de busca domiciliária e de detenção. O detido será apresentado hoje a primeiro interrogatório de arguido detido para aplicação de medidas de coação, com possibilidade de surgirem novas vítimas online.
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