- Na Semana de Alta-Costura em Paris, Jonathan Anderson (Dior) e Matthieu Blazy (Chanel) apresentaram as suas primeiras colecções de alta-costura.
- A apresentação incidiu sobre a pergunta “o que é alta-costura e como se mantém relevante hoje?”, refletida pelos estreantes da temporada.
- A Dior mostrou a espectacularidade do artesanato dos seus ateliers da Avenida Montaigne, com vestidos amplos, drapeados e bordados a flores.
- A Chanel, por seu lado, voltou à missão de vestir as mulheres para a vida, mantendo a herança de Coco Chanel.
A Semana de Alta-Costura abriu em Paris com duas estreias relevantes. Jonathan Anderson apresentou a primeira colecção de alta-costura para a Dior, enquanto Matthieu Blazy fez a sua estreia para a Chanel. O evento ocorreu no início da semana numa altura em que o whether the alta-costura se mantém relevante é debatido.
A Dior mostrou a teatralidade do dourado trabalho artesanal dos seus ateliers da Avenida Montaigne, com vestidos amplos, drapeados e bordados a fio com motivos florais. Em contraste, a Chanel reteve a sua leitura prática da moda de ocasião, priorizando peças que se ajustam ao dia a dia de quem usa.
Duas abordagens distintas na alta-costura
A Dior focou-se na demonstração do savoir-faire e do artesanato, destacando vestidos de grande volume e bordados complexos. A apresentação sublinhou a capacidade da casa de manter o espectáculo na alta-costura.
A Chanel, por sua vez, reiterou a missão histórica de vestir mulheres para a vida, com cortes mais diretos e peças que combinam elegância com uso diário. O retorno aos fundamentos da casa marcou o evento.
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