- O Centro de Coordenação Operacional Municipal registou 416 ocorrências em Lisboa devido à depressão Kristin, maioritariamente quedas de árvores e de estruturas; 310 já estavam resolvidas às 15h e não houve registo de feridos.
- Em Lisboa houve avaria de cerca de 160 semáforos, com reposição em curso; ao final da tarde restavam três por repor.
- As freguesias mais afetadas foram as Avenidas Novas, Lumiar e Benfica; na manhã houve semáforos sem funcionar e, no pico, às quatro horas, houve uma rajada de vento de 110 quilómetros por hora.
- Não há ocorrências muito graves em Lisboa e não houve vítimas; nacionalmente foram registadas quatro mortes, incluindo uma na Área Metropolitana de Lisboa, em Vila Franca de Xira.
- A Proteção Civil manteve o estado de prontidão especial de nível quatro para a orla costeira entre Viana do Castelo e Setúbal, com avisos vermelhos em toda a costa continental.
O Centro de Coordenação Operacional Municipal registou 416 ocorrências em Lisboa devido à depressão Kristin, na quarta-feira. A maioria são quedas de árvores e de estruturas, sem registo de danos pessoais.
Até às 15h, 310 ocorrências já estavam resolvidas, principalmente quedas de árvores e de estruturas. As freguesias mais afetadas foram Avenidas Novas, Lumiar e Benfica.
Durante a manhã, alguns semáforos ficaram sem funcionamento na cidade. No pico da passagem da depressão, às 4h, ocorreu uma rajada de vento de 110 km/h.
O presidente da Câmara, Carlos Moedas, informou a apresentação do novo diretor do SMPC, André Fernandes, em cerimónia pública. Lamentou as vítimas mortais da depressão, entre as quais uma na Área Metropolitana de Lisboa.
O vereador da Mobilidade, Gonçalo Reis, confirmou avarias em 160 semáforos. Em articulação com a E-Redes, muitos já foram repostos. Restaram 3 semáforos por repor na fase inicial.
O vereador Sérgio Cintra destacou o esforço dos funcionários municipais no planeamento para a passagem do temporal. A vereadora Carolina Serrão também reconheceu o trabalho das equipas.
A depressão Kristin deixou um rastro de destruição e quatro mortos no país, segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. Os distritos mais afetados foram Leiria, Coimbra, Santarém e Lisboa.
Entre as consequências materiais destacaram-se quedas de árvores e estruturas, cortes de estradas, interrupções de transportes, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações.
A Proteção Civil manteve o estado de alerta especial de nível 4 em toda a orla costeira entre Viana do Castelo e Setúbal, com avisos vermelhos em toda a costa continental.
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