- O comandante Sérgio Vitorino, responsável pela investigação do caso de João Rafael Cardoso, afirmou que o curso das Operações Especiais do Exército é muito exigente.
- Disse ainda que os militares que frequentam o curso têm de estar muito bem preparados física e psicologicamente e que a investigação vai perceber com os outros militares se Cardoso estava bem.
- Cardoso morreu durante uma fase do curso considerada muito exigente; a morte foi descrita como uma tragédia.
- O Exército está a fazer uma análise detalhada do que aconteceu e vai tomar as medidas necessárias para evitar situações semelhantes no futuro.
- Cardoso tinha 25 anos, era natural de Lisboa, e a notícia gerou comoção no Exército e na sociedade portuguesa.
O responsável pela investigação do caso de João Rafael Cardoso, o comandante Sérgio Vitorino, descreveu o curso das Operações Especiais do Exército como extremamente exigente. Segundo Vitorino, os militares que frequentam o curso devem estar bem preparados física e psicologicamente.
A investigação vai verificar com outros militares do Exército se Cardoso estava em condições adequadas para frequentar o curso. O comandante afirmou que a morte ocorreu numa fase particularmente desafiante e classificou o episódio como uma tragédia.
Cardoso tinha 25 anos e era natural de Lisboa. A morte ocorreu na semana passada durante uma fase do curso das Operações Especiais, formação que dura vários meses e envolve treino intenso de resistência, combate, sobrevivência e táticas especiais.
Investigação em curso
O Exército está a realizar uma análise detalhada das circunstâncias para apurar as causas da morte e assegurar que as condições de segurança são cumpridas no curso. A instituição reiterou o compromisso com a formação de militares altamente qualificados e com a proteção dos seus integrantes durante o curso.
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