- Santiago do Cacém decretou três dias de luto municipal pela morte de António Chainho, ocorrido nesta terça-feira aos 88 anos na sua residência em Alfragide.
- Chainho, natural de São Francisco da Serra, teve uma carreira de mais de seis décadas e é considerado um dos maiores intérpretes da guitarra portuguesa.
- O município destaca o legado humano, cultural e artístico do músico, bem como a sua contribuição para projetar Santiago do Cacém além-fronteiras.
- Homenagens já anunciadas incluem o nome de António Chainho atribuído ao auditório municipal e a criação da Escola Municipal da Guitarra Portuguesa Mestre António Chainho.
- Em 2022, foi condecorado com Comendador da Ordem do Infante D. Henrique; colaborou com artistas nacionais e internacionais e contribuiu para a construção de um ensino estruturado da guitarra portuguesa.
A Câmara Municipal de Santiago do Cacém decretou três dias de luto municipal pela morte de António Chainho. O guitarrista faleceu esta terça-feira, na sua residência em Alfragide, aos 87 ou 88 anos, num dia em que celebrava mais um aniversário.
Em nota de pesar, o município sublinhou o impacto humano, cultural e artístico da perda de um conterrâneo natural de São Francisco da Serra. Chainho é descrito como um dos mais notáveis intérpretes da guitarra portuguesa, tendo elevado o nome de Santiago do Cacém para além-fronteiras ao longo de uma carreira de várias décadas.
O decreto visa reconhecer o legado do músico, cuja obra contribuiu para a valorização, inovação e divulgação da guitarra portuguesa, instrumento emblemático da identidade cultural nacional. Durante o luto, o município presta homenagem a uma figura que marcou a história cultural do concelho e do país.
Recorda-se que António Chainho foi distinguido com várias honras locais, incluindo o nome do auditório municipal de Santiago do Cacém e a Escola Municipal da Guitarra Portuguesa Mestre António Chainho. Estas iniciativas procuraram preservar a memória do artista, que manteve fortes laços com a terra natal.
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