- O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, disse que Portugal só aderirá ao Conselho de Paz criado pelo presidente dos EUA se o âmbito ficar limitado ao conflito israelo-palestiniano.
- Rangel explicou que o “Board of Peace” é enquadrável se se restringir a Gaza, durante uma conferência na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
- A conferência tratava do futuro da segurança da Europa.
- A organização foi proposta pelos Estados Unidos para esse conflito, e Portugal quer que se cingir a esse âmbito.
- O ministro mencionou que outros estados, incluindo o Brasil, apoiam a posição.
Portugal só aderirá ao Conselho de Paz criado pelo presidente dos EUA se o âmbito da organização se restringir ao conflito israelo-palestiniano, afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel. A declaração ocorreu nesta terça-feira, em Lisboa.
Rangel explicou que o Board of Peace pode ser enquadrado se o foco ficar apenas na crise entre Israel e Palestine, com referência a Gaza. A posição foi apresentada numa conferência sobre o futuro da segurança da Europa, na Fundação Gulbenkian.
O ministro acrescentou que a proposta partiu dos Estados Unidos para abordar este conflito e reforçou que outros países também defendem a limitação do âmbito, incluindo o Brasil. Não houve indicações sobre próximos passos formais.
Condição de adesão
Portugal manterá a posição enquanto o âmbito do Conselho de Paz permanecer centrado no conflito israelo-palestiniano, segundo Rangel. A declaração sinaliza uma linha vermelha para eventuais adesões futuras.
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