- O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, defendeu o recrutamento militar com um “esforço persistente” para não ser apenas pontual, aliado ao investimento em material com retorno económico.
- Em Istambul, o governante afirmou que Portugal investe no setor militar e quer envolvimento das empresas nacionais no ciclo de produção e manutenção da aeronave KC-390, adaptada à NATO e à União Europeia.
- Sobre recursos humanos, Nuno Melo disse que o Governo começou pelas pessoas, aumentando salários e suplementos; afirmou que mais militares entram do que saem, iniciando um ciclo sustentável.
- O ministro destacou a visita ao Navio da República Portuguesa (NRP) Luís de Camões, em construção nos estaleiros da ADA, em Tuzla, para reforçar a Marinha.
- A comitiva inclui representantes da indústria de Defesa, como o presidente do Conselho de Administração da IdD Portugal Defence, Ricardo Pinheiro Alves, com vista a apresentar capacidades nacionais; a viagem contempla ainda Varsóvia, na Polónia, até ao final da semana.
O ministro da Defesa Nacional defende um “esforço persistente” no recrutamento de militares, não como fenómeno pontual, e defende investimento em material com retorno económico. A fala ocorreu à chegada a Istambul, onde chegou numa aeronave KC-390, para avaliar investimentos no setor.
Nuno Melo disse que a visita está alinhada com o contexto atual e que Portugal quer envolver as empresas nacionais no ciclo de produção e manutenção. O objetivo é obter retorno económico e reforçar capacidades.
Acompanhando o ministro estavam representantes das indústrias de Defesa, incluindo o presidente do Conselho de Administração da IdD Portugal Defence, Ricardo Pinheiro Alves, para explorar possibilidades nos domínios terrestre, aéreo, marítimo e espacial.
Visita a Istambul e participação na Marinha
O ministro destacou que Portugal vai ver, em Istambul, o primeiro de dois navios reabastecedores da Marinha, o NRP Luís de Camões, em construção nos estaleiros da ADA, em Tuzla.
Nuno Melo lembrou que a Turquia não é membro da União Europeia, mas é um ator relevante na NATO, reforçando a cooperação entre ambos os países. A comitiva inclui várias empresas nacionais.
Perspetivas e próximos passos
A comitiva portuguesa tem ainda planos para uma deslocação a Varsóvia, na Polónia, no final da semana, para continuar a avaliação de oportunidades no setor de Defesa. O objetivo é manter o ciclo de recrutamento e o desenvolvimento tecnológico em alinhamento com a NATO.
Entre na conversa da comunidade