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João Menezes alvo de queixa na GNR por injúrias e ameaças

João Menezes é alvo de queixa na GNR por injúrias e ameaças à diretora da creche; o caso levou à suspensão do contrato escolar e ao medo de ir ao local

João Menezes alvo de queixa na GNR por injúrias e ameaças.
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  • João Menezes esteve envolvido numa queixa apresentada à GNR por injúrias e ameaças contra a diretora do Lar dos Pequeninos, em Montemor, após ter sido suspenso o contrato escolar do menor.
  • O incidente ocorreu no dia sete de janeiro, quando a responsável comunicou a suspensão e o ex-concorrente do reality show ficou alterado.
  • Segundo a queixa, Menezes terá ameaçado e difamado a diretora em voz alta, questionando até à existência de câmaras de vigilância.
  • A diretora afirma estar com medo de regressar ao local de trabalho; a esposa de Menezes terá intervindo para o deter.
  • A instituição alega que o descontentamento do ex-concorrente decorreu de uma discordância sobre a contratação de uma funcionária surda em estágio de Inclusão Social; o staff sustenta que a funcionária só realiza trabalho de lavandaria e não contacta com crianças.

João Menezes, antigo concorrente do programa Quem quer Namorar com o Agricultor, foi alvo de uma queixa na GNR por injúrias e ameaças à diretora do Lar dos Pequeninos, em Montemor. O incidente ocorreu a 7 de janeiro, quando a responsável pela instituição comunicou a suspensão do contrato escolar do menor. O caso já envolveu a proibição temporária de entrada do concorrente na creche.

Segundo a queixa, Menezes ficou alterado ao tomar conhecimento da suspensão e passou a proferir ameaças e difamações à diretora, em tom agressivo. O auto relata que o agricultor questionou inclusive se existiam câmaras de vigilância. A responsável afirma temer pela integridade e afirma que só não houve agressão porque a esposa o segurou.

Fonte da instituição explicou ao CM que o descontentamento de Menezes decorre de uma discordância sobre a contratação de uma funcionária surda, integrada num estágio de Inclusão Social para pessoas com deficiência. A escola sustenta que a colaboradora trabalha apenas na área de lavandaria e não tem contacto com as crianças. Mais detalhes devem ser apurados pelas autoridades.

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