Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Inteligência natural ou artificial: qual domina hoje?

António Damásio afirma que a consciência, alicerce da Inteligência Natural, pode moldar uma sociedade aberta face à revolução da Inteligência Artificial

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • António Damásio apresentou o livro A Inteligência Natural & a Lógica da Consciência numa sessão promovida pelo Grupo de Reflexão SK – Sharing Knowledge.
  • Disse que a consciência é uma das principais consequências da Inteligência Natural, sobretudo nos humanos e no contexto de pertença a uma comunidade.
  • O debate contou com Paulo Dimas, que sublinhou a necessidade de responsabilidade social e de partilha para enfrentar a revolução da Inteligência Artificial.
  • A forma de usar a IA e a capacidade de a transformar num canal de inteligência competitiva pode fazer a diferença, sendo necessária a reinvenção do espaço público e do contrato de confiança entre cidadãos e instituições.
  • Damásio defende uma sociedade aberta, moderna e participativa, em que a criação de valor resulta de uma partilha inteligente de recursos e competências, mesmo perante limitações futuras.

António Damásio apresentou o seu novo livro A Inteligência Natural & a Lógica da Consciência numa sessão do Grupo de Reflexão SK – Sharing Knowledge. O tema centrou-se na relação entre consciência, inteligência natural e vida em comunidade, num momento de forte debate sobre a IA.

O neurocientista sublinhou que a consciência surge como uma das principais consequências da Inteligência Natural, especialmente em humanos. O pensamento é visto como alicerce de uma sociedade aberta, ligada à identidade do passado e ao sentido do presente.

A debate sobre a Inteligência Artificial ficou marcado pela intervenção de Paulo Dimas, que apelou a uma responsabilidade social alicerçada na partilha entre pessoas. A IA é apresentada como instrumento de inclusão em sociedades cada vez mais desiguais.

Damásio reforçou que a forma de usar a tecnologia e torná-la canal de inteligência competitiva poderá marcar o futuro. O pensador defendeu reposicionar o espaço público e renovar o contrato de confiança entre cidadãos e instituições.

A nova ordem defendida incentiva uma participação individual e coletiva sensata, com criação de valor baseada numa partilha inteligente de recursos. O objetivo é uma sociedade aberta, moderna e mobilizadora.

Damásio reconhece dúvidas sobre o futuro, mas aponta para uma renovação participada da civilização. O apelo é ao reforço da confiança e da modernidade participativa, num espaço aberto onde valores e ideias fazem a diferença.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais