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Guitarrista António Chainho morre aos 88 anos

Músico António Chainho morre aos 88 anos, encerrando sessenta anos de carreira e o último álbum, de 2024, após ter sido condecorado em 2022

Guitarrista António Chainho morre aos 88 anos
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  • O guitarrista e compositor António Chainho morreu hoje na sua residência em Alfragide, nos arredores de Lisboa, no dia em que completaria 88 anos.
  • É referido pela crítica internacional como o “mestre da guitarra portuguesa” e encerrou a carreira em setembro de 2024, após sessenta anos.
  • No último ano lançou o derradeiro álbum, “O Abraço da Guitarra”.
  • Nascido a 27 de janeiro de 1938, em São Francisco da Serra, começou a tocar no meio fadista na década de 1960.
  • Em finais dos anos setenta promoveu o ensino da guitarra portuguesa, com curso no Museu do Fado em Lisboa e uma escola com o seu nome em Santiago do Cacém; em 2022 foi condecorado Comendador da Ordem do Infante D. Henrique pelo Presidente da República.

António Chainho, conhecido como o “mestre da guitarra portuguesa”, morreu hoje aos 88 anos na sua casa em Alfragide, nos arredores de Lisboa. A notícia foi confirmada ao alugem pela agência Lusa através do seu agente artístico.

O músico encerrou a carreira de 60 anos em setembro de 2024, ano em que editou o último álbum, O Abraço da Guitarra, uma homenagem aos mestres que o influenciaram através da rádio. Chainho nasceu a 27 de janeiro de 1938, em São Francisco da Serra, Santiago do Cacém, no distrito de Setúbal, tendo iniciado a carreira no meio fadista na década de 1960.

Ao longo da vida gravou sete álbuns em nome próprio e um DVD, Ao vivo no CCB, além de colaborar com artistas como Fernando Alvim, Gal Costa, Fafá de Belém, María Dolores Pradera, José Carreras, Adriana Calcanhotto e Rui Veloso, entre outros.

Percurso e legado

Na década de 1970, Chainho apostou na formação de novos instrumentistas de guitarra portuguesa, uma visão que se tornou realidade com o ensino da guitarra portuguesa no Museu do Fado, em Lisboa, e com a criação de uma escola em Santiago do Cacém em 2005.

Em 2022, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou-o com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique, reconhecendo serviços relevantes à cultura portuguesa e à sua projeção no país e no estrangeiro.

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