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Frio e mau tempo elevam consumo de eletricidade em Portugal

Frio extremo e neve elevam o consumo elétrico em Portugal, com recorde diário de 198,1 GWh a 23 de janeiro de 2026 e aumento de 8,5% face a 2024

A vaga de frio e chuva voltou a intensificar-se a partir de meados deste mês
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  • O consumo diário do Sistema Elétrico Nacional atingiu 198,1 GWh no dia 23 de janeiro de 2026, recorde histórico.
  • O mês iniciou com máximos históricos desde 6 de janeiro, quando chegou a 186,2 GWh.
  • Seguiram-se picos em 7 de janeiro (188,1 GWh) e 8 de janeiro (192,4 GWh).
  • A vaga de frio levou a novos recordes: 193,9 GWh no dia 20 e 195,5 GWh no dia 22, até chegar aos 198,1 GWh no dia 23.
  • A potência máxima do SEN chegou a 10.254 MW no dia 20 de janeiro; entre 1 e 25 de janeiro o consumo aumentou 8,5% face ao período homólogo de 2025.

O mau tempo persistente em Portugal, marcado por frio intenso, chuva, vento e neve, está a influenciar o consumo de eletricidade. No dia 23 de janeiro de 2026, o Sistema Elétrico Nacional registou um novo máximo diário de 198,1 GWh, segundo a REN.

Este pico ocorre num mês marcado por episódios de frio extremo e neve nas regiões interior e de terras altas, que aumentaram a utilização de aquecimento. O mês já tinha registado várias marcas históricas de consumo, refletindo temperaturas mais baixas ao longo de vários dias.

O impacto do frio revelou-se também na procura de potência. O pico de potência ocorreu a 6 de janeiro, às 19h45, com 10 181 MW, ultrapassando o recorde anterior. No dia 20 de janeiro, às 19h45, atingiu 10 254 MW, em plena queda de temperaturas.

Dados de consumo

Entre 1 e 25 de janeiro, o consumo de energia elétrica cresceu 8,5% face ao mesmo período de 2025. A REN aponta as condições climáticas, a menor temperatura e o maior uso de aquecimento como principais fatores do aumento.

A instituição acrescenta que a vaga de frio e a agitação marítima contribuíram para manter os recordes ao longo do mês. O equilíbrio entre produção e demanda continua sob monitorização devido à persistência das condições adversas.

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