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Federação afirma que ampliar idade de dadores pode reduzir a escassez de sangue

Alargamento da idade de dadores até setenta anos pode estancar a quebra de dadores, com centenas de novos voluntários esperados nos próximos cinco anos, e questionário online para jovens

IPO Lisboa tem cerca de 4.000 dadores de sangue anuais mas precisa de mais --ND--
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  • A Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue (Fepobades) anunciou o alargamento da idade para doar até aos 70 anos, após reunião com a tutela.
  • A medida visa reduzir a quebra de dadores registada nos últimos anos.
  • Os dadores mais jovens vão ter acesso a um questionário online para acelerar o processo de colheita.
  • Os resultados das análises passarão a ser comunicados por SMS e email aos dadores.
  • A idade de doação era entre 18 e 65 anos; desde o início do ano é permitido doar até aos 70; a Fepobades comunicará casos de dadores que não aceitem até 70.

A Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue (Fepobades) anunciou o alargamento da idade para doar até aos 70 anos, após reunião com a tutela. A medida visa abrandar a quebra de dadores registada nos últimos anos.

Segundo o presidente da Fepobades, Alberto Mota, a alteração permite que dadores comecem a ser considerados até aos 70. A secretária de Estado da Saúde, Ana Povo, participou no encontro e mostrou disponibilidade para dialogar em busca de uma reserva de sangue estável.

Os dadores mais jovens passam a ter acesso a um questionário online para acelerar o processo de colheita. Além disso, os pacientes vão receber SMS e e-mails com os resultados das análises, previstos para melhorar a comunicação.

A Fepobades divulgou que, historicamente, houve perdas anuais de dadores. A entidade acredita que a mudança pode atrair centenas de novos dadores ao longo dos próximos cinco anos, contribuindo para o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) e para os hospitais do país.

A tutela ficou responsável por comunicar casos de dadores até aos 70 anos que não sejam aceites, de forma a ajustar o processo. A secretária de Estado destacou a disponibilidade para manter o diálogo com a entidade para manter uma reserva de sangue estável em Portugal.

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