- A Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão, inaugurou na sexta-feira, 23 de janeiro, a exposição “As Imagens que nos Olham”, com 80 retratos de Fernando Lemos.
- A mostra celebra o centenário de nascimento do artista, reunindo fotografias realizadas entre 1949 e 1952, período de inquietação artística, política e existencial.
- A curadoria é de Marlene Oliveira e Perfecto Cuadrado; as imagens remetem ao imaginário da fotografia surrealista.
- A inauguração contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Mário Passos, e foi aberta pelo Secretário de Estado da Cultura, Alberto Santos.
- A exposição é a primeira de uma série de iniciativas promovidas pela Fundação, em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian e o Instituto Moreira Salles (Brasil), com atividades até ao próximo ano, incluindo conversas, um documentário e divulgação da poesia de Lemos; pode ser visitada até 13 de setembro no Centro do Surrealismo Português.
A Fundação Cupertino de Miranda, em Vila Nova de Famalicão, inaugurou na sexta-feira, 23 de janeiro, a exposição “As Imagens que nos Olham”, reunindo 80 retratos de Fernando Lemos, cujo centenário de nascimento se celebra este ano. A mostra mantém-se no Centro do Surrealismo Português.
As imagens, captadas entre 1949 e 1952, revelam a fase de inquietação artística, política e existencial do fotógrafo, poeta e designer gráfico, antes da sua emigração para o Brasil. Os registos destacam a mestria técnica de Lemos e transportam os visitantes para o imaginário estético da fotografia surrealista.
A inauguração contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Mário Passos, e foi aberta pelo Secretário de Estado da Cultura, Alberto Santos. A exposição marca o início de várias iniciativas promovidas pela Fundação em parceria com a Gulbenkian e o Instituto Moreira Salles (Brasil), para celebrar o artista.
Atividades comemorativas
As ações previstas prolongam-se até ao próximo ano e incluem um ciclo de conversas sobre a vida e obra de Lemos, a exibição de um documentário de Jorge Silva Melo e a divulgação da sua poesia via rádio e podcast. A exposição está patente até 13 de setembro, no Centro do Surrealismo Português, na sala permanente da Fundação Cupertino de Miranda.
Entre na conversa da comunidade