- Após uma denúncia, os militares do SEPNA seguiram para o Bombarral e confirmaram a descarga de águas residuais industriais na linha de água do Rio do Corga, afluente do Rio Real, inserido na Bacia Hidrográfica da Lagoa de Óbidos.
- A descarga provinha de uma destilaria de produção de vinhos, sem qualquer mecanismo que garantisse a depuração.
- A avaria na bomba da Estação de Tratamento de Águas Residuais Industriais da destilaria foi identificada como causa do problema.
- A GNR levantou uma contraordenação ambiental por rejeitar águas residuais industriais diretamente para a linha de água sem tratamento.
- O processo foi remetido à Administração da Região Hidrográfica do Tejo e Oeste (ARHT); a infração é punível com uma coima que pode atingir o valor máximo de 144 mil euros.
Após uma denúncia, os militares do SEPNA da GNR deslocaram-se ao Bombarral, onde identificaram uma descarga ilegal de águas residuais industriais na linha de água do Rio do Corga, afluente do Rio Real, na bacia da Lagoa de Óbidos.
A GNR explicou que a descarga ocorreu sem qualquer mecanismo de depuração e decorreu devido a uma avaria na bomba da Estação de Tratamento de Águas Residuais Industriais da destilaria.
Identificação e sanção
A autoridade identificou a indústria de produção de vinhos, e levantou uma contraordenação ambiental por rejeitar águas residuais industriais diretamente para a linha de água, sem tratamento.
O processo foi remetido à Administração da Região Hidrográfica do Tejo e Oeste (ARHT). A infração está punível com coima que pode chegar a 144 mil euros.
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