- A Casa do Douro, sediada na Régua, continua a pagar do próprio bolso despesas básicas como luz e água.
- A instituição é pública e de inscrição obrigatória dos viticultores durienses, mas um ano após a posse dos novos diretores ainda não recebeu as competências e receitas previstas na lei.
- O presidente Rui Paredes diz que, um ano depois, tudo continua igual, o que fragiliza o trabalho e a produção.
- A direção admite não conseguir trabalhar sem uma retaguarda e uma estrutura profissional que dê suporte ao Conselho Regional de Viticultores.
- A direção continua a aguardar que o Governo atribua as competências e receitas para normalizar o funcionamento.
A Casa do Douro, instituição pública sediada em Peso da Régua, continua a ter custos básicos suportados pelos diretores, que pagam da própria bolsa eletricidade e água. A situação decorre de a instituição ainda não ter as competências e receitas previstas na lei atribuídas pelo Governo.
Um ano após a tomada de posse dos novos corpos diretivos, não houve alteração na fonte de financiamento nem na atribuição de poderes, o que dificulta a gestão diária da instituição e a atividade ligada aos viticultores durienses.
O presidente da Casa do Douro, Rui Paredes, aponta que a equipa não consegue planejar nem trabalhar com uma retaguarda profissional suficiente. A falta de recurso retarda também o funcionamento do Conselho Regional de Viticultores, segundo o responsável.
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