- A campanha de fiscalização rodoviária “Viaje sem pressa” decorreu de 20 a 26 de janeiro e registou 3.130 acidentes, com 12 mortos e 24 feridos graves.
- Foram detetadas 20.363 infrações, incluindo 8.921 por excesso de velocidade, após fiscalização de 5,7 milhões de veículos em radar.
- 708 feridos ligeiros também foram reportados, e 52.954 condutores foram fiscalizados presencialmente.
- As 12 mortes ocorreram nos distritos de Aveiro, Braga, Coimbra, Leiria, Lisboa, Santarém e Setúbal, todas as vítimas eram homens, com idades entre 18 e 87 anos.
- Este é o primeiro de 11 planos de fiscalização de 2026 no Plano Nacional de Fiscalização, mantendo o foco em velocidade, álcool, dispositivos de segurança, uso do telemóvel e veículos de duas rodas a motor, com novo eixo para utilizadores vulneráveis.
Doze mortes, 24 feridos graves e 3.130 acidentes marcaram os seis dias da campanha de fiscalização rodoviária “Viaje sem pressa”, que decorreu entre 20 e 26 de janeiro. A operação contou com a parceria da ANSR, GNR e PSP, tendo detetado 20.363 infrações, das quais 8.921 por excesso de velocidade.
Os 12 óbitos foram todos homens, com idades entre 18 e 87 anos. Os acidentes mortais ocorreram nos distritos de Aveiro, Braga, Coimbra, Leiria, Lisboa, Santarém e Setúbal, envolvendo três colisões e oito despistes.
Durante a campanha, foram fiscalizados por radar 5,7 milhões de veículos, sendo 590 mil pela PSP e pela GNR, e 5,1 milhões pelo SINCRO, o sistema nacional de controlo de velocidade.
As autoridades realizaram 52.954 fiscalizações presenciais a condutores, resultando nas 20.363 infrações detetadas, com 8.921 por velocidade. Deste total, 998 foram detetadas pela PSP e 3.070 pela GNR.
A campanha teve como objetivo sensibilizar para os riscos do excesso de velocidade, apontado como fator que determina cerca de um terço das mortes nas estradas portuguesas.
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