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Kyiv e Moscovo trocam acusações sobre ataques com drones

Kyiv e Moscovo trocam acusações sobre drones; Ucrânia diz ter abatido 110 dos 138 drones russos, enquanto a Rússia afirma ter abatido 40 drones ucranianos

Kyiv e Moscovo acusaram-se mutuamente de ataques com drones
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  • Autoridades ucranianas afirmam que militares russos lançaram 138 drones, dos quais 110 teriam sido abatidos pelos sistemas de defesa aérea.
  • Kyiv regista 21 impactos em 11 locais, com fragmentos de um drone abatido a cair, sem referencias a vítimas ou danos.
  • O presidente Volodymyr Zelensky apelou aos aliados para fornecimento adicional de defesa antiaérea face aos ataques que deixaram centenas de milhares de pessoas sem eletricidade e aquecimento no pico do inverno.
  • O Ministério da Defesa da Rússia disse ter abatido 40 drones ucranianos na última noite, a maioria no sul do país.
  • Entre os alvos abatidos na Rússia, 34 drones foram interceptados na região de Krasnodar, outros quatro sobre o Mar de Azov, um em Bryansk e um em Kaluga, perto de Moscovo.

O que aconteceu envolve ataques com drones entre Kyiv e Moscovo, com ambas as partes a alegarem ações no espaço de poucas horas. A força aérea ucraniana afirma que 138 drones russos foram lançados, dos quais 110 foram destruídos pela defesa aérea.

Segundo as autoridades de Kyiv, ocorreram 21 impactos em 11 locais, além da queda de fragmentos de um drone abatido. Não foram reportadas vítimas ou danos graves para alguma infraestrutura. O governo ucraniano pediu mais apoio em defesa antiaérea junto aos aliados.

No lado russo, o Ministério da Defesa informou que 40 drones ucranianos foram intercetados na última noite, com a maioria na região sul do país. A maior parte do ataque, 34 aeronaves, ocorreu na Krasnodar край, junto ao Mar Negro, e houve intercepção adicional sobre o Mar de Azov, Bryansk e Kaluga.

Desdobramentos regionais

A Rússia alega que o ataque ucraniano se concentrou na fronteira sul, com drones abatidos também perto de Moscovo. Kyiv não detalha impactos significativos, mas reforça a necessidade de aumento de capacidade de defesa antiaérea para enfrentar ataques contínuos.

A invasão da Ucrânia pela Rússia começou em 2014 com a anexação da Crimeia e intensificou-se em 2022, com uma ofensiva em larga escala. As informações de ambos os lados são apresentadas com a devida verificação de fontes oficiais.

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