Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Julgamento de ex-dirigente do Chega por prostituição de menores à porta fechada

Julgamento de ex-dirigente do Chega por prostituição de menores começa sem o arguido, com sessões a porta fechada e próxima audiência marcada para 2 de fevereiro

Nuno Pardal Ribeiro
0:00
Carregando...
0:00
  • O julgamento do ex-dirigente do Chega, Nuno Pardal Ribeiro, por crimes de recurso à prostituição de menores começou sem a sua presença, com as sessões a decorrerem à porta fechada.
  • Na primeira sessão só esteve presente o segundo arguido, que não prestou declarações; Pardal Ribeiro ausente por razões médicas.
  • O tribunal determinou a exclusão de publicidade, impedindo a assistência a qualquer sessão.
  • A próxima sessão ficou marcada para 2 de fevereiro; o Ministério Público pretende a proibição de o arguido exercer funções públicas ou privadas com contacto com menores.
  • Segundo a acusação, em 2023 Pardal Ribeiro conheceu um jovem de 15 anos através de uma aplicação de encontros, pagou 20 euros e planeou um segundo encontro que não ocorreu; em fevereiro de 2025, o arguido demitiu-se da vice-presidência da distrital de Lisboa do Chega, após renunciar ao mandato de deputado municipal.

O julgamento do ex-dirigente do Chega Nuno Pardal Ribeiro, acusado de recurso à prostituição de menores, começou esta segunda-feira e decorre à porta fechada. Ele não esteve presente, alegando motivos médicos, e o tribunal determinou segredo de publicidade para todas as sessões.

Apenas o segundo arguido esteve presente na primeira sessão, acusado do mesmo crime, que não quis prestar declarações. A procuradoria mantém a acusação de dois crimes de recurso à prostituição de menores contra Pardal Ribeiro. A próxima sessão está marcada para 2 de fevereiro.

Segundo a acusação, o Ministério Público afirma que Pardal Ribeiro conheceu, em 2023, um jovem de 15 anos através de uma aplicação de encontros e praticou atos sexuais por dinheiro. Teria pago 20 euros, com um segundo encontro prometido, que não chegou a ocorrer, sabendo da idade do rapaz. A demissão ocorreu em fevereiro de 2025.

Em foco: passado público e consequências processuais

Pardal Ribeiro renunciou ao mandato de deputado municipal e, em fevereiro de 2025, pediu a demissão da vice-presidência da distrital de Lisboa do Chega, após a notícia avançada pelo Expresso. O caso permanece em segredo de justiça, com o calendário de audiências a prosseguir.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais