- Israel identificou e devolverá à família os restos mortais de Ran Gvili, polícia de 24 anos, morto nos ataques de 7 de outubro de 2023 e cujo corpo foi levado para Gaza.
- A entrega do último refém encerra a primeira fase do cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos e outros países do Médio Oriente, envolvendo um total de 251 pessoas capturadas pelo Hamas (vivos e mortos).
- O corpo de Gvili foi encontrado por militares israelitas num cemitério de Gaza, segundo o Times of Israel.
- O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que a próxima fase do cessar-fogo não é reconstrução, mas a desarmar o Hamas e desmilitarizar a Faixa de Gaza.
- O Hamas disse que a descoberta dos restos mortais reforça o compromisso com o plano dos EUA e que continuará a facilitar o trabalho da administração de Gaza, embora permaneçam divergências sobre a desarmamentação.
Israel recupera o corpo do último refém em Gaza, Ran Gvili, polícia de 24 anos, mortos nos ataques de 7 de Outubro de 2023. O corpo foi levado para Gaza pelos insurgentes do Hamas.
O Exército confirmou que os restos mortais foram identificados e serão devolvidos à família. A entrega encerra a primeira fase de cessar-fogo mediada por EUA e aliados da região, com 251 reféns total, vivos e mortos.
Na altura do acordo, 48 reféns permaneciam em Gaza, sendo 28 mortos. O jornal Times of Israel indica que o corpo de Gvili foi encontrado num cemitério daFaixa de Gaza.
Desarmar o Hamas e a segunda fase do cessar-fogo
A Administração Trump informou que a segunda fase envolve desmilitarização de Gaza e a criação de uma força internacional de estabilização, com a reconstrução a seguir. Kushner apresentou um esboço digital do novo modelo de Gaza.
Netanyahu repetiu que a prioridade de Israel é neutralizar o Hamas, não reconstruir o território. A meta é avançar na desmilitarização, seja por vias fáceis ou difíceis, segundo o primeiro-ministro.
Hazem Qassem, porta-voz do Hamas, afirmou que a descoberta do corpo reforça o compromisso com o plano dos EUA. O grupo mantém a defesa de manter as armas, enquanto a reconstrução é debatida.
Desde a assinatura do acordo, ambos os lados acusam-se de violações. Enquanto isso, ataques em Gaza continuam a causar vítimas, incluindo 11 civis na semana passada, entre eles três jornalistas.
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