- O antigo dirigente do Chega Nuno Pardal Ribeiro é julgado no Tribunal de Cascais por dois crimes de recurso à prostituição de menores.
- O processo acusa-o de ter pago a um jovem de 15 anos, que conheceu através da internet, por atos sexuais.
- A acusação sustenta que Pardal Ribeiro sabia que o rapaz tinha 15 anos e, mesmo assim, participou em atividade sexual em troca de dinheiro.
- O Ministério Público também pede a proibição de exercer funções públicas ou privadas que envolvam contacto com menores.
- Austeridade no caso: o processo inclui ainda um segundo arguido, de 76 anos, e Pardal Ribeiro demitiu-se da vice-presidência da distrital de Lisboa do Chega e renunciou ao mandato de deputado municipal em fevereiro de 2025.
O antigo dirigente do Chega Nuno Pardal Ribeiro começa a ser julgado no Tribunal de Cascais por dois crimes de recurso à prostituição de menores. A acusação aponta para a prática de atos sexuais com um menor, mediante pagamento.
O Ministério Público pretende que Pardal Ribeiro seja ainda proibido de exercer funções públicas ou privadas que envolvam contacto com menores, segundo a acusação a que a Lusa teve acesso. O arguido conheceu o jovem de 15 anos em 2023 via uma aplicação de encontros.
O menor é hoje assistente no processo. O MP sustenta que o arguido sabia ter 15 anos e, mesmo assim, efetuou atos sexuais mediante pagamento de 20 euros. Um segundo encontro ficou acordado, mas não chegou a ocorrer.
Para além de Pardal Ribeiro, o processo envolve outro arguido de 76 anos, também acusado de recurso à prostituição de menores. O caso ganhou contornos públicos após as ocorrências alegadas.
Em fevereiro de 2025, após a acusação do MP, Pardal Ribeiro apresentou a demissão da vice-presidência da distrital de Lisboa do Chega, bem como renunciou ao mandato de deputado municipal.
Entre na conversa da comunidade