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Ex-bancário que raptou filha de 3 anos vivia de criptomoedas, diz Tânia Laranjo

Ex-bancário que raptou a filha de três anos vivia de criptomoedas e tinha dinheiro suficiente para retirar a menor do país, diz Tânia Laranjo

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  • Tânia Laranjo afirma que o ex-bancário, desempregado, vivia de criptomoedas e raptou a filha de 3 anos.
  • O homem detido esteve a esconder-se num abrigo de montanha.
  • Segundo a jornalista, tinha dinheiro suficiente para retirar a menor do país.
  • A notícia foi veiculada pelo CM e pela CMTV no dia 26 de janeiro de 2026, às 13:58.
  • As informações mantêm-se no âmbito da cobertura do caso, sem juízos de valor.

Um ex-bancário foi detido sob suspeita de raptar a filha de três anos e de se ter escondido num abrigo de montanha. O caso envolve ainda informações sobre a fuga do país com a menor. As autoridades mantêm a investigação em curso, com diligências para esclarecer as circunstâncias do rapto e o estado de saúde da criança.

Segundo informações divulgadas por meios de comunicação, a investigação aponta para a presença do suspeito também no contexto financeiro, com indícios de que o rendimento mensal não seria estável. A retirada da menor do país é uma das hipóteses previstas pelas autoridades, que não confirmam detalhes operacionais neste momento.

Tânia Laranjo, correspondente de grande notoriedade no CM e na CMTV, referiu que o homem detido tinha condições económicas para mover a filha entre fronteiras, apontando para uma possível fuga organizada. A comentadora acrescenta que o desemprego do suspeito estaria relacionado com atividades de criptomoedas, mas não especifica a natureza dessas atividades nem a origem do dinheiro.

Atualização sobre o caso

As informações mais recentes indicam que a criança está sob proteção das autoridades competentes, que trabalham para entregar a menor aos pais legais ou a familiares autorizados. A polícia continua a recolher evidências e a ouvir testemunhos para determinar a motivação e o desenlace do incidente. Não houve confirmação de novos detalhes sobre o local onde a menor permaneceu durante o período de rapto.

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