- Empresários chineses arguidos num processo no Tribunal de Matosinhos são acusados de branqueamento de 124 milhões de euros através do Casino da Póvoa.
- A defesa contestou a nomeação do inspetor tributário Renato Fontinha como perito no caso.
- O processo envolve alegações de lavagens de dinheiro relacionadas com o funcionamento do casino.
- O julgamento decorre no Tribunal de Matosinhos.
- A contestação ocorreu nesta segunda-feira, segundo a matéria.
Os arguments dos empresários chineses arguidos num processo que decorre no Tribunal de Matosinhos contestam a nomeação do inspetor tributário Renato Fontinha como perito no caso de alegado branqueamento de 124 milhões de euros com recurso ao jogo no Casino da Póvoa.
A defesa questiona a sua designação, apresentada na sessão desta segunda-feira, como responsável pela verificação técnica de aspetos fiscais associados às transações alegadas no casino.
O julgamento, que envolve os empresários chineses, foca-se na alegação de que o casino terá sido utilizado para lavar o dinheiro obtido ilegalmente, segundo informações do processo.
O Casino da Póvoa, localizado no norte de Portugal, é o cenário central do inquérito, com investigadores a investigar fluxos financeiros ligados às operações de jogo e às identidades dos intervenientes.
Até ao momento, a defesa não revelou se apresentará outras impugnações ou substituições do perito, mantendo o foco na contestação da nomeação do inspector Fontinha.
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