- Entre fevereiro e julho de 2026, o Teatro Viriato apresenta a temporada que reforça o papel de serviço público e debaterá temas como equidade, acessibilidade, identidade e futuro.
- A programação inclui quatro estreias, quatro projetos próprios, uma nova iniciativa, sete coproduções, cinco residências artísticas e oito parcerias com outros agentes culturais.
- São previstas quatro sessões acessíveis e um total de quarenta atividades, com foco na aproximação entre artistas e públicos e no fomento do debate público.
- O objetivo é promover experiências partilhadas que incentivem encontro, ação e pensamento, em contexto de mundo acelerado e digital.
- A edição destaca a importância de apoiar a criação artística nacional, acolher companhias e artistas, dar voz aos jovens e fortalecer o tecido artístico local.
Na temporada de fevereiro a julho de 2026, o Teatro Viriato reforça o seu papel enquanto estrutura de serviço público. A programação é diversificada e visa ouvir o tempo presente, levantando questões sobre equidade, acessibilidade, identidade e futuro.
O diretor de Programação, António M Cabrita, escreve no editorial do programa que este ciclo vai para lá da simples organização de datas. A temporada reflecte a auscultação diária do teatro junto de artistas, território e públicos, procurando valorizar a presença num mundo acelerado.
Esta aposta começa com a ideia de resistência a partir da partilha de experiências. O Viriato defende encontros que promovem ação e pensamento, num contexto cada vez mais digital.
O que traz esta temporada
Entre fevereiro e julho, o espaço acolhe 4 estreias, desenvolve 4 projetos próprios e promove 1 nova iniciativa. No conjunto, há 7 coproduções e 5 residências artísticas apoiadas. A programação conta com 8 parcerias com outros agentes culturais e 4 sessões acessíveis.
No total, a temporada envolve 40 atividades. O conjunto de iniciativas visa aproximar artistas e públicos, fomentar o debate comunitário, reforçar a relação com o território e apoiar a criação artística nacional. A época também reserva espaço para acolher companhias consagradas e dar voz aos jovens, além de apostar na mediação de públicos.
Este conjunto de ações pretende manter o Teatro Viriato como núcleo dinâmico do panorama cultural, assegurando diversidade contínua e acessibilidade. A temporada busca, ainda, fortalecer o tecido artístico local e nacional em articulações com parceiros culturais.
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