- PSP deteve, na sexta-feira, um homem sem-abrigo de 43 anos em Chelas, Lisboa, ao volante de um veículo roubado, e ficou em prisão preventiva.
- O suspeito está indiciado por 17 crimes de furto, 12 deles qualificados, e um de abuso de cartão de garantia ou pagamento, com prejuízos próximos de 70 mil euros.
- O homem terá atuado no Aeroporto Humberto Delgado entre maio e setembro do ano passado, furtando malas de passageiros que dormiam nas salas de espera.
- Foram ainda apurados furtos em lojas e supermercados de Lisboa, uso de cartão de um passageiro para compras de 33.500 pesos chilenos (cerca de 30 euros) e um assalto à Câmara Municipal de Lisboa em Marvila, de onde levou material informático e uma viatura recuperada dias depois.
- A detenção ocorreu sob um mandado do Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa, com o suspeito a permanecer em prisão preventiva durante o desenrolar do processo.
Um homem sem-abrigo foi detido pela PSP por furtos ocorridos no aeroporto de Lisboa e por o ter feito usar um carro da Câmara Municipal. O indivíduo, de 43 anos, foi apanhado na sexta-feira em Chelas, na capital, ao volante de um veículo roubado. Está acusado de 17 crimes de furto, 12 deles qualificados, e de abuso de cartão de garantia ou pagamento.
O suspeito terá surgido no radar da PSP durante o verão passado, entre maio e setembro, nas salas de embarque do Aeroporto Humberto Delgado, onde furtava malas de passageiros enquanto estes dormiam. A polícia avança com a investigação.
Durante o apuramento, ficou ainda demonstrado que o homem utilizou o cartão de um passageiro para compras no valor de 33.500 pesos chilenos (cerca de 30 euros) e realizou furtos em lojas da cidade. Além disso, terá assaltado perto da passagem de ano um edifício da Câmara Municipal de Lisboa, em Marvila, usando uma chave falsa para abrir o local e furtar material informático e uma viatura.
Investigação e detenção
Na altura da detenção, o suspeito conduzia a viatura que tinha furtado no dia 21, na zona dos Olivais. A detenção decorrerá ao abrigo de um mandado emitido pelo Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa, apresentado ao tribunal para primeiro interrogatório. O juiz de instrução decidiu pela prisão preventiva do sem-abrigo.
Ao todo, as vítimas registaram prejuízos próximos de 70 mil euros. A viatura usada na fuga foi recuperada dias depois, após diligências da polícia. A autoriza o caso segue em investigação, sem indicação de conclusão.
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