- A Euribor aproxima-se dos dois por cento, mas as taxas mistas continuam a dominar nos novos contratos de crédito à habitação em Portugal.
- Nas renegociações, as taxas mistas também são predominantes, com alterações a visar a refixação das taxas e das prestações.
- O regime de taxas mistas é ativo: parte fixa nos primeiros anos, seguida de variável ligada à Euribor.
- Intermediários de crédito podem ajudar na refixação da prestação.
- O novo paradigma mantém a preferência pelas taxas mistas na generalidade das operações de habitação.
O crédito à habitação em Portugal está a mudar. As taxas mistas — fixas nos primeiros anos e variáveis nos seguintes, associadas às Euribor — continuam a dominar nos contratos novos e nas renegociações. A Euribor situa-se perto dos 2%.
A maior parte dos contratos atuais utiliza este regime, tanto nos novos acordos como nas renegociações, onde há alterações para refixar as taxas e, consequentemente, as prestações. O objetivo é manter a previsibilidade financeira dos famílias.
Intermediários de crédito aparecem como facilitadores nessa refixação, ajudando famílias a ajustarem as condições de pagamento conforme o cenário de mercado. Observadores sublinha que a escolha da taxa depende do perfil de risco e da capacidade de pagamento.
Impacto nas famílias
Para muitos clientes, a possibilidade de fixar a prestação durante períodos mais longos surge como solução para manter a escrupulosa gestão orçamental. Especialistas indicam que a decisão exige análise de cenário e comparação entre propostas.
A dinâmica atual reforça a importância de consultar várias entidades antes de avançar com renegociações. O foco permanece na estabilidade financeira das famílias, num contexto de volatilidade moderada das taxas.
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