- O Museu das Convergências apresenta Fluxo. Objectos, Pessoas e Lugares na Alfândega do Porto, enquanto aguarda a instalação no antigo Matadouro, ainda em reconversão.
- A exposição abre com a estatueta em terracota designada “figura sorridente”, originária do México alguns séculos a.C.
- O percurso termina com quatro fotografias do artista contemporâneo e professor brasileiro Marcelo Schellini, acompanhado de uma citação de Orhan Pamuk.
- A citação escolhida é: “Um museu é um lugar onde o tempo se transforma em espaço”.
- A mostra integra a apresentação da colecção do novo museu, já em preparação para a inauguração no Matadouro.
O Museu das Convergências apresenta-se como uma constelação de geografias e culturas, com uma visão de futuro que passa pela reconversão do antigo Matadouro. O novo equipamento abre espaço à sua coleção em exposição.
Na Alfândega do Porto, a mostra Fluxo. Objectos, Pessoas e Lugares revela-se ao público, mantendo-se até à conclusão da instalação no Matadouro. A curadoria organiza, de forma clara, temas de mobilidade e encontro.
A mostra começa pela estatueta de terracota, designada “figura sorridente”, originária do México, de vários séculos a.C. Termina com quatro fotografias de Marcelo Schellini, artista brasileiro, acompanhado pela ideia de Orhan Pamuk de que o museu transforma o tempo em espaço.
Conteúdo da exposição
A seleção percorre geografias diversas, destacando relações entre objetos, pessoas e lugares. As obras de Schellini convidam a uma leitura contemporânea da memória visual, em diálogo com referências históricas.
O público pode acompanhar, ao longo da exposição, o fio que liga objetos a trajetórias humanas. A curadoria pretende revelar como lugares se vinculam a identidades, por meio de imagens e artefactos.
O espaço da Alfândega do Porto recebe visitantes num período de transição até à inauguração do novo museu no Matadouro. A mostra oferece uma visão inicial do que o Museu das Convergências poderá apresentar.
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