- Em dezoito de janeiro, na localidade de Campo Maior, a GNR deteve em flagrante três indivíduos — dois homens e uma mulher, entre 39 e 68 anos — por furto de azeitona numa herdade.
- Foi apreendido o veículo utilizado para o transporte e diverso material de colheita, incluindo um “ouriço”, recipientes de plástico e uma vara; a azeitona foi devolvida ao legítimo proprietário.
- Os detidos foram constituídos arguidos e o caso seguiu para o Tribunal Judicial de Elvas.
- A ação integra a operação Campo Seguro 2025/2026, que intensifica patrulhamentos e fiscalização em explorações agrícolas.
- A GNR informou que a colheita de azeitona sem consentimento do proprietário é crime contra o património, reforçando a proteção da propriedade privada na olivicultura do Alentejo.
O concelho de Campo Maior registou mais uma intervenção bem-sucedida da GNR contra furtos em zonas agrícolas. No dia 18 de janeiro, militares do Posto Territorial detiveram em flagrante três suspeitos durante a apanha ilegal de azeitona numa propriedade rural. O objeto do crime foi interrompido e o fruto devolvido ao proprietário.
Os detidos são dois homens e uma mulher, com idades entre 39 e 68 anos. A rápida ação policial permitiu ainda a apreensão de um veículo de transporte, bem como de material de colheita, como um “ouriço”, recipientes de plástico e uma vara.
Detidos e material apreendido
Os três indivíduos ficaram constituídos arguidos, tendo o caso sido remetido ao Tribunal Judicial de Elvas. A operação insere-se no patrulhamento preventivo da área e evidencia a eficácia da vigilância em campo, num contexto de incremento de furtos em olivais.
A ação ocorreu no âmbito da operação “Campo Seguro 2025/2026”, que visa intensificar patrulhamento e fiscalização em explorações agrícolas. O objetivo é dissuadir furtos e assegurar que os agricultores protejam o fruto do seu trabalho.
Aviso à comunidade
A GNR alerta a toda a comunidade para que a apanha de azeitona, mesmo quando caídas no solo, só seja realizada com consentimento explícito do proprietário. A violação deste direito configura crime contra o património e pode colocar em risco a sustentabilidade agrícola da região.
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