- Na segunda volta das presidenciais, a escolha não é entre o socialismo e a alternativa, como diz Ventura, mas entre o humanismo e o ódio.
- A autora diz que não gosta de escrever sobre política, mas considera essencial abrir exceção neste momento.
- Afirma que qualquer pessoa com visibilidade pública tem o dever moral de se posicionar.
- O objetivo é sublinhar um enquadramento moral do debate, valorizando o humanismo em detrimento do ódio.
- O texto não especifica apoios ou críticas a candidatos, enfocando, antes, o papel ético de quem se expressa publicamente.
Na segunda volta das presidenciais, uma coluna com o título Amar a Deus e odiar o próximo afirma que a escolha não será entre o socialismo e a única alternativa, mas entre o humanismo e o ódio.
O autor explica que não gosta de escrever sobre política, mas que, neste momento, qualquer pessoa com espaço público tem o dever de se posicionar, e que pretende fazê-lo.
A peça adianta que a posição visa orientar o debate público, distinguindo entre valores de humanidade e atitudes de ataque, segundo a leitura do autor.
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