- O presidente da Associação de Escanções de Portugal, Tiago Paula, elogiou o papel dos escanções na valorização do vinho de talha de Cabeção, durante a XXIX Prova do Vinho Novo de Talha de Cabeção em Cabeção.
- Os escanções são considerados promotores do vinho, orientando o consumidor, explicando características e sugerindo combinações gastronómicas, além de aproximarem-se dos produtores para divulgar o produto.
- A abordagem enfatiza a mesa: criar o casamento entre vinho e comida, bem como o contexto de consumo, para valorizar os vinhos de talha.
- O concurso envolveu a prova de trinta e cinco vinhos, com resultados renhidos, destacando a qualidade dos produtores locais e a diversidade de jurados de várias regiões.
O presidente da Associação de Escanções de Portugal, Tiago Paula, afirmou em Cabeção que os escanções exercem um papel decisivo na valorização do vinho de talha junto do consumidor, através do serviço, da experiência à mesa e da ligação com a gastronomia. A declaração ocorreu no âmbito da XXIX Prova do Vinho Novo de Talha de Cabeção.
Paula explicou que os escanções atuam no terreno como promotores do vinho, preparados para orientar o consumidor e criar melhores experiências de consumo. O objetivo é ir além da simples recomendação, incluindo a explicação de características e o modo de servir.
Segundo o responsável, o trabalho envolve também apresentar o casamento entre vinho e comida, bem como entre o vinho e o momento. A aproximação entre a classe profissional e os produtores facilita a comunicação com o público e a procura por novas referências.
Para a apresentação ao público, destacou-se a importância da componente gastronómica e do contexto de consumo. A ideia é reforçar o interesse pelos vinhos tradicionais, especialmente os produzidos em talha de barro, através de mediação técnica.
O concurso, realizado durante o evento, provou 35 vinhos locais, com resultados considerados renhidos. Paula sublinhou o elevado nível de qualidade e a competitividade entre os produtores da região.
O painel de provadores contou com membros de diversas regiões, assegurando uma avaliação diversificada. A participação de especialistas do Alentejo e de outras zonas do país permitiu ampliar o alcance da divulgação do vinho de talha de Cabeção.
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