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Perfil dos alunos que concluíram o 1.º ciclo em quatro anos

Em 2025, 86,4% concluem o 1.º ciclo no tempo previsto, subida de 4,4 p.p. desde 2015; ASE mantém maior atraso (78,3%), ensino público lidera.

Perfil dos alunos que concluíram o 1.º ciclo do ensino básico em quatro anos
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  • Em 2025, 86,4% dos alunos concluíram o 1.º ciclo no tempo previsto, mais 4,4 pontos percentuais desde 2015 (82%).
  • A conclusão no tempo previsto é mais frequente entre rapazes (87,2%) do que entre raparigas (85,6%), e mais comum no ensino público (86,8%) do que no privado (84,2%).
  • Região Norte tem a maior taxa de conclusão no tempo esperado (88,1%), seguida pela região Centro (86,7%), Lisboa e Vale do Tejo (85,9%) e Algarve (83,4%).
  • Quem tem encarregados com ensino superior atinge 88,2% de conclusão no tempo previsto, enquanto quem tem ensino básico é 84,5% e ensino secundário 85,2%.
  • A Ação Social Escolar continua como fator de risco: 78,3% dos beneficiários concluem no tempo previsto, frente a 89,2% dos não beneficiários; abandono precoce situa-se em 10,4% em 2025.

O perfil dos alunos que concluíram o 1.º ciclo do ensino básico em quatro anos mostra que, em 2025, 86,4% terminaram o ciclo no tempo previsto. Este valor sobe 4,4 pontos percentuais desde 2015, quando era 82%.

A melhoria prende-se com maior incidência de conclusão a tempo entre rapazes (87,2%) e entre alunos do ensino público (86,8%). Entre as alunas, a taxa situa-se em 85,6% e no ensino privado em 84,2%.

Resultados por regiões e contextos

A região Norte lidera com 88,1% de conclusão a tempo, seguida pela Centro (86,7%). Lisboa e Vale do Tejo apresenta 85,9%, enquanto o Algarve fica com 83,4%.

A condição dos encarregados de educação também influencia. Quem tem ensino superior conclui a tempo a uma taxa de 88,2%, contra 84,5% (ensino básico) e 85,2% (ensino secundário).

Desafios persistentes e urgência de sinais

A Ação Social Escolar (ASE) continua a ser um fator de risco: 78,3% de conclusão a tempo entre beneficiários, face a 89,2% entre não beneficiários. A desigualdade persiste.

A taxa de abandono escolar precoce manteve-se em 10,4% em 2025, com uma ligeira redução de 0,2 p.p. desde 2015. As melhorias refletem maior atenção à organização escolar e ao apoio a alunos vulneráveis.

Perspetivas da educação pública

A DGEEC afirma que o progresso depende de políticas públicas de equidade, qualidade de ensino e envolvimento familiar. A continuidade do avanço exige investimento contínuo em ambientes escolares inclusivos e motivadores.

O estudo ressalta que a conclusão no tempo previsto é um indicador-chave do sucesso educativo e do desenvolvimento de competências para o percurso académico dos alunos.

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