- Moura celebra 38 anos de elevação a cidade, marco que remonta a 1988, com um programa cultural no Baixo Alentejo.
- A abertura ocorre às 10h na Galeria do Espírito Santo, com a inauguração da exposição de fotografia Olhares, de João Sardica.
- Às 15h, no Cine-Teatro Caridade, é exibido o filme Moura Anos 30, que retrata a vida e os costumes da cidade na metade do século XX.
- A sessão solene conta com intervenções de André Gonçalves, presidente da Assembleia Municipal, e de Álvaro Azedo, presidente da Câmara Municipal de Moura.
- O encerramento fica a cargo do Grupo Coral Infantil da Escola da Porta Nova, simbolizando o Cante Alentejano e a continuidade geracional em Moura.
Moura celebra no próximo domingo, 1 de fevereiro, o 38º aniversário de elevação à categoria de cidade. A data remonta a 1988, quando a Assembleia da República aprovou a lei e o Diário da República a publicou. A Câmara Municipal preparou um programa ligado à cultura e à memória da cidade.
O programa começa às 10h na Galeria do Espírito Santo com a inauguração da exposição de fotografia Olhares, de João Sardica. A mostra convida a uma perspetiva sobre o território que será seguida, à tarde, pela projeção de um filme no Cine-Teatro Caridade.
Às 15h00, o grande ecrã do Cine-Teatro recorda o passado com Moura Anos 30, um registo audiovisual da vida e costumes locais em meados do século XX. A sessão solene contará com intervenções oficiais e homenagens à comunidade.
Celebração e homenagens
André Gonçalves, Presidente da Assembleia Municipal, e Álvaro Azedo, Presidente da Câmara Municipal de Moura, apresentam as suas comunicações. O objetivo é assinalar o marco histórico com foco na identidade e no património alentejano.
O encerramento ficará a cargo das vozes do Grupo Coral Infantil da Escola da Porta Nova. A atuação simboliza a continuidade do Cante Alentejano e a vitalidade das novas gerações de mourenses.
Moura reforça, com este protocolo de celebração, o orgulho histórico pela sua importância estratégica e cultural no Baixo Alentejo. O estatuto de cidade permanece há quase quatro décadas como referência local.
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