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Dono de bar na Suíça libertado mediante caução de 216 mil euros

Libertado mediante caução de 200 mil francos suíços, Jacques Moretti deve apresentar-se diariamente na esquadra, gerando indignação pública enquanto avança a investigação

Jacques Moretti afirmou que o bar tinha sido alvo de inspeção por três vezes nos últimos 10 anos
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  • O proprietário do bar La Constellation, Jacques Moretti, foi libertado da prisão mediante caução de 200 mil francos suíços (216 mil euros) e tem de apresentar-se diariamente numa esquadra. Sua esposa, Jessica Moretti, está em liberdade condicional.
  • O bar, localizado em Crans-Montana, na Suíça, foi o local do incêndio de passagem de ano que matou 40 pessoas e feriu 116, muitos com queimaduras graves.
  • As autoridades consideram que houve risco de fuga, motivo pelo qual foram impostas medidas de controlo, incluindo a apresentação diária às autoridades.
  • O casal é acusado de crimes ligados ao incêndio, como homicídio por negligência, bem como de destruir provas ao bloquear a conta do bar nas redes sociais.
  • O fogo terá começado com artefactos pirotécnicos que incendiaram a espuma de isolamento do teto; Jessica terá fugido do local durante as chamas, segundo suspeitas noticiadas pela imprensa.

O proprietário do bar suíço onde ocorreu um incêndio na passagem de ano foi libertado da prisão mediante caução de 200 mil francos suíços (216 mil euros). Jacques Moretti saiu em liberdade e reuniu-se à mulher, Jessica, gerente do estabelecimento, que já se encontra em liberdade condicional enquanto decorre a investigação. O casal terá de apresentar-se numa esquadra diariamente.

A libertação tem gerado indignação pública, especialmente face ao risco de fuga que levou à detenção do casal em 9 de janeiro. Os dois são suspeitos de homicídio por negligência, entre outros crimes, no âmbito do caso que vitimou 40 pessoas e feriu 116, na estância de Crans-Montana. A investigação continua em curso.

Contornos da investigação

Jessica, proprietária do bar, está em liberdade condicional com termo de identidade e residência e sem saída do país. Jacques, de 49 anos, afirma que tudo foi feito conforme as normas e que o bar passou por inspeções nos últimos 10 anos. As autoridades já interrogaram os proprietários por várias horas sobre as falhas de segurança do estabelecimento, que tinha sido alvo de remodelações.

O incêndio, em Crans-Montana, teve origem em artefactos pirotécnicos que incendiaram a espuma de isolamento do teto, facilitando a propagação do fogo por todas as áreas. O local é apontado como responsável por grandes prejuízos humanos, com a maioria das vítimas menores de idade.

Segundo a imprensa, Jessica poderá ter abandonado clientes durante a fuga e levado o dinheiro da caixa. A gerente não confirmou estas acusações, tendo declarado, após uma audiência, que está devastada e pediu desculpas às vítimas. O casal também é acusado de destruir provas ao bloquear a conta do bar nas redes sociais após o incêndio.

As autoridades salientaram que o casal cooperará com as investigações e que não irá fugir à responsabilidade. O caso continua a ser acompanhado pelas entidades judiciárias, com novas inquirições previstas para esclarecer as responsabilidades de cada um.

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