- Bombeiros da Covilhã e Penamacor enviaram uma carta à direção da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Penamacor a pedir a demissão do comando, incluindo o comandante Bruno Cunha (em funções desde 2022) e o segundo comandante Bruno Rito; os restantes pontos só serão revelados se não houver resolução.
- Bruno Rito foi o primeiro a demitir-se, referindo ter cumprido uma missão de três anos e destacando projetos que melhoraram as condições de trabalho, incluindo requalificação do quartel, aquisição de veículos, proteção individual e criação da segunda Equipa de Intervenção Permanente (EIP).
- No sábado ficou conhecida a demissão do comandante Bruno Cunha, que escreveu nas redes sociais ter saído de cabeça erguida e com a consciência tranquila, afirmando ter feito o melhor pelos bombeiros e pela população.
- O presidente da direção, António Luís Beites, garantiu que o socorro 24 horas está assegurado e afirmou que a quezília é uma questão interna a ser analisada e resolvida pela direção.
- Em Covilhã, o comando entrou em suplência, com o oficial mais graduado a orientar a corporação, após a saída de Ricardo Vilhena e dos adjuntos; Joaquim Matias disse que a situação está resolvida, sem explicitar a solução.
Os Bombeiros Voluntários de Penamacor vivem uma crise interna que se tornou pública. Um grupo representativo da maioria do corpo ativo enviou uma carta à direção da instituição para pedir a demissão do comando, liderado pelo comandante Bruno Cunha, em funções desde 2022, e do segundo comandante Bruno Rito. O conteúdo da missiva será tornada público apenas se a situação não se resolver.
O movimento ocorreu após uma semana de tensões entre os operacionais e o comando. Os bombeiros solicitam mudanças que consideram essenciais para o funcionamento da corporação e para a valorização dos trabalhadores. A direção afirma que a situação será analisada internamente.
Penamacor: demissões anunciadas
Foi anunciada a demissão do segundo comandante Bruno Rito, que recorda ter contribuído para vários avanços na corporação ao longo de três anos. O balanço inclui melhorias das condições de trabalho, requalificação do quartel, aquisição de viaturas e equipamento de proteção, bem como a criação da segunda Equipa de Intervenção Permanente.
O comandante Bruno Cunha confirmou a cessação de funções, apenas dizendo que o cargo foi assumido em circunstâncias difíceis e que procurou agir pelo bem dos bombeiros e da população. A gestão enfatiza que o socorro 24 horas permanece garantido.
Covilhã: comando em suplência
No universo dos Bombeiros da Covilhã, o comando encontra-se em suplência desde início de janeiro. O oficial mais graduado ocupa interinamente a posição após a saída do segundo comandante Ricardo Vilhena, que pediu exoneração, acompanhada de outros adjuntos. O motivo alegado é uma incompatibilidade com a direção municipal.
Voaram rumores de que outros bombeiros possam seguir para o quadro de reserva se a crise persistir. O atual comando interino não detalha as soluções encontradas para estabilizar a liderança, limitando-se a afirmar que a questão foi resolvida.
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