- Ana e Suzi tiveram de reaprender a falar, após uma perturbação da comunicação adquirida.
- Foi criada em Cascais a associação CAPA – Centro de Apoio à Pessoa com Afasia, para apoiar pessoas com afasia.
- O CAPA fica em Alcabideche, Cascais, visando dar apoio às pessoas com afasia adquirida.
- A resposta pública aos serviços disponíveis tem sido escassa e a resposta privada empresarial é cara.
- Na inauguração, Suzi Rodrigues preparou brigadeiros de coco e de chocolate, símbolo de superação para ela.
Pouco depois de nascer, em Cascais, surge uma associação dedicada a apoiar pessoas com afasia, uma perturbação adquirida da comunicação. O CAPA – Centro de Apoio à Pessoa com Afasia, fica em Alcabideche. A resposta pública tem sido reduzida, enquanto a privada, por vezes, se revela cara.
A iniciativa envolve pessoas afetadas pela condição e familiares que pretendem contribuir para a reabilitação e inclusão. O objetivo é proporcionar apoio, informação e oportunidades de intervenção para quem vivencia a afasia.
No evento de inauguração, Suzi Rodrigues preparou brigadeiros de coco e de chocolate, símbolo de superação para a fundadora. A ação ilustra o espírito de partilha que marca o CAPA, ainda sem financiamento público estável.
Sobre o CAPA e os objetivos
O CAPA surge para preencher uma lacuna no apoio a quem tem afasia, em particular no concelho de Cascais. A associação pretende facilitar o acesso a terapias, informações úteis e redes de suporte entre familiares, profissionais e utentes.
A iniciativa pretende também sensibilizar a comunidade para a afasia, promovendo a inclusão social e a participação em atividades do dia a dia. O grupo já trabalha para obter financiamento estável e parcerias que assegurem a continuidade dos serviços.
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