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Roubos de mais de 100 mil euros a utente de lar com cartões furtados

PJ de Braga investiga dois arguidos por furto de cartões de uma utente de lar, com prejuízo superior a cem mil euros na operação Cartão Dourado

Foram mais de 100 mil euros roubados a idosa de uma utente de um lar. Suspeitos apoderaram-se dos cartões bancários
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  • A Polícia Judiciária de Braga constituiu dois arguidos suspeitos de se apoderarem dos cartões bancários de uma utente de um lar de idosos, causando-lhe um prejuízo superior a 100 mil euros.
  • Um dos arguidos trabalha no lar onde a vítima reside, ampliando a suspeita de favorecimento.
  • Os crimes alegados incluem furto, abuso de cartão, utilização de dados de pagamento e branqueamento; os cartões foram usados para despesas próprias e compra de bens mediante contactos telefónicos ligados à conta da vítima.
  • A investigação incluiu mandados de busca em Esposende e Valongo, com apreensão de documentação, equipamentos informáticos e um automóvel adquirido com o dinheiro dos crimes.
  • A operação, denominada “Cartão Dourado”, conta com apoio de especialistas de polícia científica e o inquérito está a cargo do Ministério Público de Braga.

A Polícia Judiciária de Braga constituiu dois arguidos suspeitos de se apoderarem dos cartões bancários de uma utente de um lar de idosos e de os usarem em benefício próprio, causando-lhe um prejuízo superior a 100 mil euros. A intervenção decorreu após a suspeita de que um dos arguidos, funcionário do lar, aproveitou a posição para aceder aos cartões.

Segundo a PJ, os suspeitos teriam utilizado contactos telefónicos associados à conta da vítima para efetuar pagamentos e aquisições de diversos bens, com o objetivo de obter vantagens patrimoniais indevidas. A vítima é uma octogenária que residia no lar.

A operação, denominada Cartão Dourado, contou com mandados de busca domiciliária em Esposende (Braga) e Valongo (Porto). Foram apreendidos documentação, equipamentos informáticos e um automóvel adquirido com o produto dos crimes, segundo a investigação.

A investigação prossegue para esclarecer integralmente os factos, com recurso a perícias técnicas. O inquérito é dirigido pelo Ministério Público de Braga e apoiado por especialistas de polícia científica da PJ.

Detalhes da investigação

A PJ descreve que o aparato utilizou os cartões da vítima para facilitar despesas próprias e a aquisição de bens, numa linha de atuação que envolve abuso de dados de pagamento. As diligências continuam para identificar o alcance das operações e eventuais cúmplices.

Perspetiva institucional

As autoridades destacam que a colaboração entre equipas de investigação e perícia científica tem sido fundamental para mapear as transações e coletar provas. O objetivo é o integral esclarecimento do caso e a responsabilização dos envolvidos.

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