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MP pede prisão preventiva de oito integrantes do 1143

Ministério Público pede prisão preventiva para oito arguidos da Operação Irmandade, ligados ao grupo 1143, por discriminação e incitamento ao ódio racial

Elementos do 1143 promoviam manifestações
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  • O Ministério Público pediu prisão preventiva para oito dos 37 detidos na Operação Irmandade, suspeitos de discriminação e incitamento ao ódio e à violência racial.
  • A megaoperação da Polícia Judiciária desmantelou a cúpula do Grupo 1143, associação de extrema-direita liderada por Mário Machado, que pretendia criar uma milícia armada para enfrentar uma alegada ameaça islâmica e travar uma “guerra racial”.
  • Foram detidas 37 pessoas, entre 30 e 54 anos, incluindo militantes do Chega, um polícia e um militar; quinze foram constituídas arguidas; os crimes incluem discriminação, incitamento ao ódio, ameaça e coação agravadas, ofensas à integridade física qualificada e detenção de arma proibida.
  • Durante o interrogatório judicial, seis arguidos prestaram declarações, enquanto os restantes mantiveram-se em silêncio; o Ministério Público apresentou hoje as medidas de coação ao juiz de instrução criminal.
  • A decisão sobre a prisão preventiva pode ser conhecida ainda nesta sexta-feira à noite.

O Ministério Público pediu, na tarde desta sexta-feira, a prisão preventiva de oito dos 37 detidos na Operação Irmandade. Os suspeitos enfrentam crimes de discriminação, incitamento ao ódio e à violência racial.

A megaoperação da Polícia Judiciária desmantelou a cúpula do Grupo 1143, associação de extrema-direita liderada por Mário Machado. O objetivo, segundo a investigação, era formar uma milícia armada para enfrentar uma alegada threat islâmica e promover uma guerra racial.

Quinhentas as pessoas envolvidas? Não, foram 37 detidas, com idades entre 30 e 54 anos, incluindo militantes do Chega, um polícia e um militar. Quinze outras pessoas foram constituídas arguidas.

Durante a quinta-feira, os arguidos receberam o primeiro interrogatório judicial e seis declararam. Os restantes optaram pelo silêncio, segundo o Jornal de Notícias.

Medidas de coação

Nesta sexta-feira, o MP apresentou as medidas que entende adequadas e pediu ao juiz de instrução criminal que oito arguidos fiquem em prisão preventiva. A decisão pode ser conhecida ainda hoje.

A investigação envolve crimes de discriminação, incitamento ao ódio e à violência, ameaça e coação agravadas, além de ofensas à integridade física qualificada e detenção de arma proibida.

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