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LIVRE opõe-se à venda do hospital, qualificando-a como erro social histórico

O Livre opõe-se à alienação do Hospital Dr. Nélio Mendonça, descrevendo-a como erro social histórico que agrava a escassez de camas e lares públicos

LIVRE opõe-se à venda do Hospital e aponta como "erro social histórico"
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  • O Partido Livre opõe-se à venda do Hospital Dr. Nélio Mendonça, afirmando que é um erro social histórico e uma falácia económica para financiar o novo hospital central.
  • O grupo defende que a Região tem instrumentos financeiros disponíveis, como o Madeira 2030 e o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), para viabilizar uma nova unidade hospitalar sem alienar património público.
  • Alegam que a venda agrava a falta de camas de retaguarda e de lares públicos, criticando a prioridade dada a projetos de lazer e luxo, como o campo de golfe do Faial.
  • O Livre acusa o Governo Regional de opacidade e exige a suspensão do processo e a convocação de uma Consulta Pública vinculativa.
  • Reforçam que a decisão deve colocar a rede de cuidados sociais no centro, defendendo que o dinheiro público sirva as pessoas e não o investimento estrangeiro de alto débito.

O Governo Regional da Madeira pretende alienar o Hospital Dr. Nélio Mendonça para financiar a construção de uma nova unidade, o Hospital Central. A decisão foi anunciada como medida para reduzir encargos e ampliar a oferta de cuidados de saúde na região.

O anúncio ocorreu no âmbito de decisões da administração regional, que aponta o ativo histórico como instrumento de financiamento. O objetivo é desbloquear o processo de construção da nova instalação hospitalar, visando responder à demanda clínica e aos atrasos na integração de serviços.

Segundo o Governo, existem instrumentos disponíveis para sustentar a nova unidade, incluindo fundos nacionais e comunitários. A gestão sustenta que a venda não é obrigatória e que outras vias de financiamento já existem para assegurar camas de retaguarda e lares públicos.

Posição do Livre

O Partido Livre manifestou-se contra a alienação, considerando a operação um erro social e uma falácia económica. Alega que o património público tem potencial para responder a carências da população, especialmente em apoio à terceira idade. O grupo aponta que o recurso a fundos como o Madeira 2030 e o PRR já está disponível.

Alega ainda que a adaptação de infraestruturas existentes para cuidados continuados pode ser mais sustentável do que novas construções. Sustenta que a venda favorece mercados de luxo e de vistos gold, em detrimento de necessidades sociais, como vagas em lares.

O Livre exige a paragem do processo e a abertura de uma Consulta Pública vinculativa. Defende que a população tenha voz sobre o futuro da Cruz de Carvalho, seja como condomínio de luxo ou como polo público de saúde.

O partido ressalva que há mais de 1.000 idosos em lista de espera para lares na região. Aponta que a perda de uma área de saúde de 54 mil metros quadrados sem alternativa representa um risco à proteção social.

O movimento político conclui que a governação da região não deve reduzir-se a um portefólio imobiliário. Apela a prioridade à qualidade de vida, aos cuidados sociais e à dignidade humana, em vez de investimentos especulativos de alto risco.

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