- O Ministério Público investiga maus-tratos a idosos num lar ilegal em Catribana, Sintra, após imagens da RTP mostrarem utentes amarrados às camas e com fezes no colchão.
- A denúncia aponta também para o encaminhamento de doentes internados no Hospital Amadora-Sintra para a estrutura, apesar de não ter autorização para funcionar.
- Cristina Fernandes, proprietária do lar, nega maus-tratos ou negligência e admite funcionar sem alvará.
- A proprietária afirma que o hospital encaminha doentes sem intervenção das famílias.
- O MP abriu um inquérito para apurar os factos.
O Ministério Público abriu um inquérito para investigar maus-tratos a idosos ocorridos num lar ilegal em Catribana, Sintra. Imagens do programa Prova dos Factos, da RTP, mostram utentes amarrados às camas e com fezes no colchão, sugerindo falta de cuidados. A denúncia também aponta para o encaminhamento de doentes do Hospital Amadora-Sintra para a estrutura, que não possui autorização para funcionar.
A proprietária do lar nega os maus-tratos e a negligência. Cristina Fernandes admite que a unidade funciona sem alvará e recusa a intervenção das famílias no encaminhamento de pacientes pelo hospital.
Investigação em curso
O Ministério Público confirmou o inquérito, com foco na eventual violação de normas de proteção de idosos e na legalidade da atividade da instituição. O caso envolve ainda a avaliação de procedimentos clínicos praticados aos pacientes internados.
A proprietária afirma que não houve encaminhamentos de doentes sem consentimento familiar e que a estrutura, embora sem licença, não opera com intenção de prejudicar os utentes. As autoridades não avançaram com mais detalhes sobre diligências em curso.
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