- O Comando Sul dos Estados Unidos confirmou um ataque a uma embarcação no Pacífico Oriental, alegadamente ligada ao narcotráfico, na sexta-feira, 23 de janeiro.
- Dois indivíduos a bordo morreram e houve um sobrevivente, que foi resgatado com apoio da Guarda Costeira dos EUA.
- A operação é descrita como o primeiro ataque desse tipo desde a captura do Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a 3 de janeiro.
- O ataque foi reportado pela própria força militar nas redes sociais, que indicou que a embarcação seguia rotas conhecidas de tráfico de droga no Pacífico Oriental.
- Desde o verão passado, Washington tem realizado ataques a embarcações associadas ao narcotráfico em águas internacionais, com fatalidades já reportadas pela operação Southern Spear (Southern Spear).
O Comando Sul dos EUA confirmou, nesta sexta-feira, 23 de janeiro, um ataque contra uma embarcação no Pacífico Oriental. O incidente deixou duas pessoas mortas e uma sobrevivente. A operação ocorreu em águas internacionais, segundo o órgão militar.
A embarcação, segundo os Serviços Secretos norte-americanos, transitava por rotas conhecidas de narcotráfico na região e estava envolvida em operações de tráfico de droga. No ataque, dois narcoterroristas foram mortos e o sobrevivente foi resgatado pela guarda costeira dos EUA.
O Comando Sul informou que, após o ataque, notificou de imediato a Guarda Costeira para ativar o sistema de busca e salvamento em relação ao único sobrevivente. O ataque faz parte de uma escalada de ações contra embarcações associadas ao narcotráfico no Pacífico Oriental desde o verão passado.
Contexto e desdobramentos
Pelo menos 115 pessoas foram mortas em ataques a embarcações suspeitas de tráfico de droga no âmbito da operação Southern Spear, segundo a CNN. O ataque mais recente ocorreu a 31 de dezembro, quando três embarcações ligadas ao tráfico foram alvo, resultando em cinco mortos.
Este mês, o alinhamento político dos EUA ganhou linguagem pública sobre possíveis ações adicionais. Como referência, o ex-presidente Donald Trump anunciou que, após bombardeamentos, os EUA podem realizar ataques terrestres contra cartéis de droga, sem indicar locais específicos.
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