- A PSP deteve 343 pessoas nas fronteiras aéreas em 2025, mais 86 do que em 2024, em casos ligados a documentação falsa e mandados de detenção internacionais.
- As interceções no controlo de fronteira aéreo foram 34.932 em 2025, mais 35% do que em 2024 (25.714).
- As decisões de interdição de entrada de estrangeiros duplicaram, passando de 110 em 2024 para 292 em 2025.
- A PSP recusou a entrada a 14.006 passageiros em 2025, mais do que o dobro de 2024.
- Houve 553 casos de fraude documental detectados, menos 153 face a 2024; o tráfico de passageiros, fora do espaço Schengen, atingiu 21.105.180 em 2025, mais 882.711 (+4,4%).
A PSP revelou um aumento significativo nas detenções e nas proibições de entrada de cidadãos estrangeiros nas fronteiras aéreas de Portugal, no balanço de 2025. As detenções cresceram 34% face a 2024, enquanto as decisões de interditar a entrada duplicaram.
No conjunto dos nove aeroportos nacionais e dois aeródromos, a Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF) controlou 21.105.180 passageiros não pertencentes ao espaço Schengen, mais 882.711 do que em 2024, um aumento de 4,4%.
A PSP deteve 343 pessoas nas fronteiras aéreas em 2025, mais 86 que no ano anterior. As detenções relacionaram-se principalmente com documentação falsa e mandados de detenção internacionais.
Foram efetuadas 34.932 interceções, aumentando 35% em relação a 2024. As interddições de entrada de estrangeiros passaram de 110 para 292, refletindo uma intensificação das restrições de admissão.
A polícia também recusou a entrada a 14.006 passageiros, mais do que o dobro de 2024. Ainda no ano passado, foram emitidas 14.006 medidas cautelares, face a 6.706 em 2024, e ocorreram 553 casos de fraude documental, menos 153.
No fim de 2023, a PSP herdou competências de vigilância e controlo nas fronteiras aeroportuárias, transferidas pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. Além de Lisboa, Faro, Porto, Madeira e ilhas, o controlo abrange o Aeródromo de Tires e o Aeroporto da Horta.
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