- A DECO afirma que os passageiros têm direito a alojamento e refeição quando o último comboio do dia é suprimido e não há alternativas de transporte.
- Em dezembro, a CP suprimiu 98 comboios na Linha do Oeste, sem contar as supressões motivadas pela greve geral de 11 de dezembro.
- Em janeiro, até ao dia 13, já tinham sido suprimidos 39 comboios na mesma linha, na maioria dos casos sem transporte rodoviário de substituição.
- A situação mantém-se com frequentes supressões e pouca disponibilidade de substituição para os passageiros.
Em Dezembro, a CP suprimiu 98 comboios na Linha do Oeste, excluindo as paralisações relacionadas com a greve geral do dia 11. O impacto foi sentido pelos passageiros, que viram os horários alterados sem alternativas de transporte público de substituição.
Em Janeiro, até ao dia 13, já tinham ocorrido 39 cancelamentos na mesma linha. Em muitos casos, não houve transporte rodoviário de substituição para completar as ligações entre vias. A ausência de opções de mobilidade agravou a situação de quem dependia do serviço.
Direitos dos passageiros face a cancelamentos
A DECO afirma que, quando o último comboio do dia é suprimido e não existe alternativa de transporte, os passageiros têm direito a alojamento e a uma refeição. A associação ressalva que estes direitos devem ser assegurados pelas operadoras, mesmo em cenários com alterações operacionais.
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