- O segundo concurso de 2025 para médicos de família abriu 142 vagas e ocupou 50.
- Havia 57 médicos recém-formados em medicina geral e familiar em condições de preenchê-las, mas apenas 38 optaram por ficar no SNS.
- Dos restantes, 3 eram prestadores de serviços, 8 não tinham ligação ao SNS e 1 tinha contrato a termo.
- A unidade de saúde de Amadora/Sintra conseguiu captar nove médicos, batendo recorde nacional.
- A colocação de 50 médicos permitirá atribuir médico de família a pelo menos 77.500 utentes, com 37.200 destes em Lisboa e Vale do Tejo.
O segundo concurso de 2025 para contratar médicos de família em centros de saúde terminou com 50 vagas ocupadas das 142 inicialmente abertas. Entre os 57 médicos que concluíram a especialidade no final do ano, apenas 38 optaram por permanecer no Serviço Nacional de Saúde (SNS). Dos restantes, 12 desejaram vincular-se a instituições, sendo 3 prestadores de serviços, 8 sem qualquer ligação ao SNS e 1 com contrato a termo certo.
O dado é confirmado pela Ordem dos Médicos e pela ACSS. A falta de adesão ao SNS entre os recém-formados explica parte da diferença entre vagas e preenchimento. A Administração regional aponta que o concurso resulta em 50 médicos de família para atendimento de utentes.
A Unidade Local de Saúde (ULS) Amadora/Sintra destacou-se ao captar nove médicos, superando recordes nacionais. Segundo a ACSS, a colocação destes profissionais permitirá atribuir médico de família a pelo menos 77.500 utentes, com 37.200 destes em Lisboa e Vale do Tejo. A gestão da ULS Amadora/Sintra está em processo de saída.
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