- Um inquérito realizado em Espanha, Itália e França mostra que 37,9% das mulheres procurou dicas de namoros e comunicação sexual com IA; 23,65% buscou aumentar a autoconfiança para um encontro; 16,9% admitiu que a IA as ajuda a gerar fantasias e situações para apimentar a vida sexual.
- Os homens também recorrem à IA: 44% pedem conselhos sobre relações; 25% procuram melhorar a autoestima; 24,1% desejam melhorar movimentos e técnicas no quarto.
- Os dados integram o relatório Futurist Report 2025, que analisa como diferentes gerações encaram a tecnologia nas relações de intimidade.
- A nota ressalta que as gerações mais velhas estão a adaptar-se rapidamente à sociedade em mudança, e que a idade já não está necessariamente ligada à aversão à tecnologia.
- Em relação à IA, quase 30% dos inquiridos vê-a como ajuda, 29% mantêm uma postura criticamente fundamentada, 13% consideram-na prejudicial por fontes, e 18% acham os conselhos possivelmente sem valor, mas potencialmente interessantes.
O uso de Inteligência Artificial (IA) está a entrar no romance, na intimidade e na autoconfiança de homens e mulheres. Um inquérito realizado em Espanha, Itália e França revela como a IA já impacta a vida amorosa de muitos. O estudo analisa motivações, perceções e utilidade prática da tecnologia.
Entre as mulheres, 37,9% procuraram dicas sobre namoros, flirts e melhoria da comunicação sexual. Quase 24% utilizaram a IA para aumentar a autoconfiança antes de se encontrarem com alguém. Outros 16,9% admitiram explorar novas fantasias e cenários para apimentar a vida íntima.
Participação masculina e contexto do estudo
Entre os homens, 44% recorreram a conselhos para relações de diferentes naturezas, e 25% buscaram dicas para elevar a autoestima. A melhoria de movimentos e técnicas no quarto apareceu em 24,1% das respostas, completando o trio de prioridades.
Origem dos dados e leitura do relatório
Os resultados constam do relatório Futurist Report 2025, que analisa a forma como gerações distintas encaram a tecnologia nas relações de intimidade. O documento aponta que a idade deixou de ser na prática obstáculo ao uso de IA.
Percepção sobre a IA e limitações
Segundo a nota do relatório, quase 30% dos inquiridos consideram a IA uma ajuda, embora 29% mantenham uma posição crítica em relação às sugestões apresentadas. Por outro lado, 13% julgam a IA prejudicial pelas fontes, e 18% dizem que os conselhos podem não ser valiosos, ainda que interessantes.
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