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Aeroporto de Lisboa regista 14 detidos em quatro dias

PSP deteve 14 pessoas no Aeroporto de Lisboa entre 15 e 18 de janeiro, por documentos falsos, auxílio à imigração ilegal e um Mandado de Detenção Europeu por tráfico de droga; cinco recusas de entrada

Instalações do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, 07 de janeiro de 2026. PSP. Polícia. CARLOS M. ALMEIDA/LUSA
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  • A PSP deteve 14 pessoas no Aeroporto de Lisboa entre 15 e 18 de janeiro: 10 por falsificação de documentos, 2 por uso de documento alheio, 1 por auxílio à imigração ilegal e 1 por Mandado de Detenção Europeu por tráfico de droga, sendo este último emitido pelas autoridades italianas e o detido de origem senegalesa.
  • O arguido submetido ao Mandado de Detenção Europeu aguarda o decorrer do processo de extradição, no âmbito da cooperação judiciária europeia.
  • Cinco recusas de entrada foram registadas no espaço Schengen durante o mesmo período, no Aeroporto Humberto Delgado.
  • Das 10 detenções por falsificação de documentos, algumas utilizavam passaportes contrafeitos; cinco detidos são de origem vietnamita e, noutras ocorrências, houve uso de documentos legítimos pertencentes a terceiros.
  • No âmbito de um esquema de auxílio à imigração ilegal, foi detida uma cidadã estrangeira ligada a uma rede que usava passaportes espanhóis falsos; cinco estrangeiros tiveram entrada recusada e três anos é o período de interdição de entrada no espaço Schengen. Quatro já foram afastados, com um caso de afastamento coercivo em curso.

Nos últimos quatro dias, o Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, registou 14 detenções no âmbito do controlo fronteiriço. As ações decorreram entre 15 e 18 de janeiro e envolveram documentos falsos, auxílio à imigração ilegal e um Mandado de Detenção Europeu (MDE) por tráfico de droga.

A PSP anunciou 10 detenções por falsificação de documentos, duas por uso de documento alheio, uma por auxílio à imigração ilegal e um MDE emitido pelas autoridades italianas. O detido no MDE é de origem senegalesa e encontra-se em vaga de extradição.

Cinco recusas de entrada também foram registadas, entre os dias 15 e 18, no espaço Schengen. Os controlos destacaram a persistência de utilizarem documentação falsificada para entrar ou circular no espaço europeu.

O MDE foi cumprido junto de um arguido que ficará à guarda para interrogatório, aguardando o decorrer do processo de extradição. A cooperação europeia sustenta a ação judiciária neste caso.

Entre as detenções por falsificação, cinco indivíduos são de origem vietnamita. Em duas situações, passageiros tentaram usar documentos legítimos pertencentes a terceiros para contornar os controlos.

Uma cidadã estrangeira foi detida pelo crime de auxílio à imigração ilegal. A PSP detalha que o esquema envolvia passaportes espanhóis falsos, com uma cidadã espanhola a coordenar o circuito juntamente com outros quatro estrangeiros.

A entrada de cinco estrangeiros foi recusada, com interdição de entrada no espaço Schengen por três anos. Quatro foram já afastados do país; está programado o afastamento coercivo de uma mulher que se recusou a reembarcar.

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