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PSD/Azambuja denuncia eleito CDU por uso de viatura municipal

PSD/Azambuja apresenta queixa-crime contra vereador da CDU por uso de viatura municipal para fins pessoais, destacando a gravidade do episódio

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  • O PSD de Azambuja vai apresentar uma queixa-crime no Ministério Público contra António Torrão, vereador da CDU, por utilização de uma viatura municipal para fins pessoais.
  • O caso envolve Torrão, que confessou ter usado a viatura em 7 de janeiro para fazer compras pessoais num supermercado no Cartaxo.
  • A revelação foi feita durante uma reunião do executivo municipal de Azambuja, realizada hoje.
  • O PSD afirma que o uso de viatura pública para deslocações privadas viola deveres funcionais e pode configurar uso indevido de bens públicos, exigindo ações de transparência e controlo.
  • O presidente da Câmara, Silvino Lúcio (PS), e o autarca da CDU não comentaram o assunto; o executivo municipal inclui membros do PS, PSD, CDU e Chega.

O PSD/Azambuja anunciou hoje que apresentará uma queixa-crime no Ministério Público contra o vereador da CDU, António Torrão. A acusação prende-se ao uso de uma viatura municipal para fins pessoais.

Segundo o PSD, o episódio ocorreu a 7 de janeiro, quando Torrão utilizou a viatura afetada ao município para fazer compras num supermercado no Cartaxo.

O autarca comunista confirmou os factos numa reunião do executivo da Câmara de Azambuja, realizada hoje, sem adiantar mais detalhes.

A queixa crime será apresentada ao Ministério Público de Alenquer, segundo o PSD, que classifica o uso de bens públicos para deslocações privadas como grave violação de deveres funcionais.

O PSD acusa ainda o presidente da Câmara, Silvino Lúcio, de desvalorizar o episódio ao rejeitar medidas de transparência e controlo propostas pelo partido.

O presidente da Câmara de Azambuja, Silvino Lúcio, não comentou o tema, assim como o vereador da CDU, que também optou por não responder.

O executivo da Câmara é composto por três vereadores do PS, incluindo o presidente, dois do PSD, um da CDU e um do Chega, num equilíbrio que não assegura maioria absoluta.

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