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Ilha Graciosa cria primeira reserva municipal de ecossistemas de surf nos Açores

Assinatura cria a primeira reserva municipal de ecossistemas de surf nos Açores, integrando rede internacional e fortalecendo proteção costeira e turismo sustentável

Vista aérea da Ilha Graciosa
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  • A Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa assinou a carta de compromisso para criar a primeira reserva municipal de ecossistemas de surf nos Açores, como parte do projeto Save Azores Waves.
  • A iniciativa envolve a organização Azores Sea Alliance e tem apoio internacional da Save the Waves Coalition, integrando a Surf Protected Area Network dos Açores.
  • A reserva visa proteção e gestão integrada dos recursos naturais da ilha, incluindo zonas de surf, áreas litorais, fundos marinhos e recifes, com destaque para a Praia, baía da Lagoa, baía do Calhau Miúdo, baía da Barra e Porto Afonso.
  • A criação contribui para a economia azul, turismo de natureza e desenvolvimento sustentável, em linha com a condição de Graciosa como reserva mundial da biosfera da UNESCO.
  • A medida reforça o ordenamento do território nos Açores, a resiliência ambiental face às alterações climáticas e a cooperação intermunicipal, com benefícios ambientais, sociais e económicos a longo prazo.

A Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa assinou a carta de compromisso para criar a primeira reserva municipal de ecossistemas de surf nos Açores. A iniciativa pretende a proteção e gestão integrada dos recursos naturais da ilha, com base no projeto Save Azores Waves.

A assinatura envolve a organização não governamental Azores Sea Alliance e conta com homologação e apoio internacional da Save the Waves Coalition, integrando a Rede de Áreas Protegidas para o Surf. O objetivo é formar uma rede de áreas protegidas para o surf nos Açores.

A reserva municipal visa enriquecer a literacia oceânica e criar áreas protegidas para o surf, com potencial para tornar-se em uma ou mais reservas mundiais de surf na região. O foco é proteger zonas costeiras, zonas de surf, fundos marinhos e recifes.

Para o município, a criação da reserva constitui uma medida estratégica de proteção ambiental e de gestão das zonas de surf, das zonas costeiras e dos recifes, mantendo a biodiversidade e a qualidade ambiental da ilha. Várias áreas ficam identificadas: Praia, Lagoa, Calhau Miúdo, Barra e Porto Afonso.

A iniciativa contribui para a economia azul e para um modelo de desenvolvimento sustentável, alinhado com o estatuto da Graciosa como reserva mundial da biosfera da UNESCO. Valoriza o desporto de deslize de ondas e o turismo de natureza.

Segundo a Câmara, a implementação apoia o ordenamento do território dos Açores e a possível criação de uma reserva regional. Procura também mitigar impactos ambientais e envolver a comunidade local na gestão dos recursos naturais.

Em conjunto, as reservas municipais de ecossistemas de surf criam as bases para uma reserva regional, promovendo uma visão comum de proteção do património natural dos Açores. A medida pretende coordenar objetivos com o Programa Regional Blue Azores.

A autarquia sustenta que a abordagem reforça a resiliência ambiental face às alterações climáticas e valoriza o arquipélago como destino de turismo de natureza e de desportos de ondas de baixo impacto. A expectativa é uma cooperação intermunicipal e regional duradoura.

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