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Tempo de espera para primeira observação diminuiu, diz ministra da Saúde

Ministra da Saúde afirma que o tempo de observação no SNS diminuiu durante a gripe e rejeita inverdades, destacando melhoria das urgências

Ministra da Saúde diz que tempo de espera para primeira observação diminuiu
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  • A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, disse que os tempos de espera para a primeira observação diminuíram este ano no SNS durante a epidemia da gripe e que o serviço está preparado.
  • Rebateu acusações de “inverdades” sobre o SNS e afirmou que Portugal tem excesso de mortalidade comparável a 2022/2023.
  • Sobre a epidemia de gripe, destacou que o percurso é longo e depende de como evolui o frio.
  • Afirmou que o SNS tem vindo a melhorar, especialmente ao tornar as urgências um local mais adequado para casos urgentes.
  • O boletim do INSA aponta mortalidade acima do esperado na semana 50, com excessos nos distritos Norte, Centro e Algarve, e aumento de infeções graves por vírus respiratórios, com mais casos de gripe em cuidados intensivos, sobretudo em idosos e crianças.

O tempo de espera para a primeira observação diminuiu este ano, mesmo durante a epidemia de gripe, assegura a ministra da Saúde. Ana Paula Martins falou aos jornalistas no Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo.

A responsável pelo SNS afirmou que tem havido reduções nos tempos de triagem e que o serviço está preparado para o que for necessário. Afirmou ainda que críticas infundadas não ajudam o combate à gripe.

A ministra comentou também o tema da mortalidade, sustendo que Portugal tem um excesso de mortalidade comparável a outros anos, como 2022/2023. Adiantou que a evolução da gripe exige monitorização contínua.

Dados da gripe e mortalidade

Segundo o INSA, as infeções respiratórias graves mantêm-se elevadas, sobretudo entre idosos e crianças, com mais casos de gripe em cuidados intensivos na semana anterior. O relatório aponta aumento da mortalidade por todas as causas.

Na semana 50, entre 8 e 14 de dezembro, a mortalidade excedeu o esperado em diversas regiões. Norte, Centro e Algarve registaram excesso de mortalidade em ambos os sexos e entre maiores de 75 anos.

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