- O Ministério dos Negócios Estrangeiros informou que, até ao momento, não há conhecimento de vítimas portuguesas no acidente de comboio em Córdoba, Espanha, registadas até à manhã de segunda-feira.
- O acidente ocorreu no domingo: um comboio da Iryo, a partir de Málaga às 18h40 com destino a Puerta de Atocha, descarrilou os últimos três vagões e invadiu a via contígua onde circulava outro comboio da Renfe com destino a Huelva.
- O número de vítimas é de 39 mortos e 73 feridos, 24 em estado grave, incluindo quatro menores.
- O ministro espanhol dos Transportes, Óscar Puente, disse que ainda não há explicação para o acidente e que a investigação ficará a cargo de uma comissão especializada; o primeiro-ministro Pedro Sánchez dirige-se ao local.
- O Governo espanhol informou que a via foi recentemente renovada, com trabalhos concluídos em maio, e o comboio que descarrilou inicialmente era quase novo, com cerca de quatro anos.
O Governo português não tem conhecimento de vítimas portuguesas no acidente ferroviário de Córdoba, Espanha, até ao momento. O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) confirmou hoje que não existem registos de cidadãos nacionais entre as vítimas ou feridos identificados até às primeiras horas da manhã.
O MNE informou que não há indicação, até segunda-feira de manhã, de vítimas portuguesas, e que o Governo acompanha a situação de perto. A nota foi divulgada após o acidente, que ocorreu no domingo em Córdoba.
O acidente envolveu dois comboios de alta velocidade: um da Iryo, que partiu de Málaga e seguia para Madrid, e outro da Renfe, com destino a Huelva. O descarrilamento provocou o embate entre os dois trens, levando à queda de parte dos vagões pela Via Elevada. Pelo menos 39 pessoas morreram e 73 ficaram feridas, 24 em estado grave, incluindo quatro menores, segundo a investigação citada pela EFE.
Investigação e balanço inicial
O ministro espanhol dos Transportes, Óscar Puente, afirmou que ainda não há explicação definitiva e que os resultados dependerão de uma comissão especializada. A via, que foi recentemente renovada, poderá ser objeto de análise detalhada, já que o comboio que descarrilou primeiro é descrito como quase novo, com cerca de quatro anos.
O primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sánchez, encontra-se a caminho do local, conforme o gabinete do líder espanhol. As autoridades continuam a levantar evidências e a apurar as circunstâncias do despiste entre os dois comboios na área de Córdoba.
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