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Chuva destrói 152 km de estradas e isola milhares de pessoas em Moçambique

Chuvas destroem 152 km de estradas e afetam mais de 3 mil, isolando zonas no sul; Gaza é a região mais atingida, com 40% submersa

Chuvas destroem 152 km de estradas e deixam milhares isolados em Moçambique
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  • Cerca de 152 quilómetros de estradas classificadas estão completamente destruídos e mais de três mil quilómetros encontram-se afetados em Moçambique.
  • A região sul é a mais impactada, com cerca de 40% da província de Gaza submersa e vários distritos da província de Maputo inundados, alguns isolados.
  • As precipitações mantêm-se acima do normal em praticamente todas as províncias, mantendo o país em estado de alerta.
  • O ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe,, afirmou, durante visita à Sofala, que há vias quase intransitáveis e comunidades sem acesso a serviços básicos, apelando às populações para abandonarem zonas de risco.
  • O Governo assegura medidas para restabelecer ligações às zonas isoladas, prestar assistência humanitária e planeia soluções de longo prazo, incluindo infraestruturas mais resilientes e, nalguns casos, a relocalização de comunidades.
  • A União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) expressou solidariedade e prometeu cooperação para a recuperação das zonas afetadas.

Moçambique enfrenta uma crise provocada por chuvas intensas e ininterruptas, que causam cheias em várias regiões. Indicadores do Ministério dos Transportes e Logística apontam para 152 quilómetros de estradas classificadas totalmente destruídas e mais de 3 mil quilómetros afetados em todo o país.

A região sul é a mais atingida, com cerca de 40% da província de Gaza submersa e vários distritos da província de Maputo inundados, incluindo zonas isoladas. Os níveis de precipitação mantêm-se acima do normal em praticamente todas as províncias, elevando o estado de alerta.

Ação governamental e situação no terreno

Durante uma visita de monitorização à Sofala, o ministro João Matlombe descreveu vias quase intransitáveis e comunidades sem acesso a serviços básicos. O governante pediu às populações em áreas de risco que abandonem os locais, lembrando que a época chuvosa está no início e que o risco de novas inundações permanece elevado.

O Governo garante medidas para restabelecer ligações com as zonas isoladas e assegurar assistência humanitária às famílias afetadas. Planos de longo prazo incluem infraestruturas mais resilientes e, em alguns casos, a relocalização de comunidades.

Solidariedade internacional e perspectiva

A União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) manifestou solidariedade ao povo moçambicano, lamentando as perdas humanas e danos materiais. A organização enviou condolências às famílias enlutadas e reiterou o compromisso de cooperação na comunidade lusófona, desejando rápida recuperação das zonas afetadas.

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