- Em 2025 a China registou uma diminuição de cerca de 3,39 milhões de habitantes, quarto ano consecutivo de contração populacional.
- A população terminou o ano em 1.404,89 milhões, face a 1.408,28 milhões no ano anterior.
- O número de nascimento foi de 7,92 milhões em 2025, abaixo dos 9,54 milhões de 2024.
- O país teve cerca de 11,31 milhões de óbitos em 2025, com uma taxa de mortalidade de 8,04 por cada mil habitantes, acima dos 7,76 de 2024.
- A taxa de natalidade caiu para 5,63 por cada 1.000 pessoas, apesar de políticas para incentivar a procriação e de declarações oficiais sobre a importância de enfrentar a crise demográfica.
A China registou, em 2025, uma redução de cerca de 3,4 milhões de habitantes, segundo o Gabinete Nacional de Estatísticas. O recuo obriga o país a enfrentar uma grave quebra de natalidade e o envelhecimento da população, segundo dados oficiais.
Este é o quarto ano consecutivo de contração populacional. Em 2022, houve a primeira queda desde 1961, com menos 850 mil pessoas. Em 2023 caiu para 2,08 milhões e em 2024 para 1,39 milhão.
No total de 2025, nasceram 7,92 milhões de crianças, abaixo dos 9,54 milhões de 2024. O saldo demográfico negativo persistiu, apesar de políticas para incentivar a natalidade adotadas a nível nacional e local.
Em 2025, a China registou cerca de 11,31 milhões de óbitos, com uma taxa de 8,04 por mil habitantes, face a 7,76 de 2024. O total populacional fechou o ano em 1.404,89 milhões de pessoas, frente a 1.408,28 milhões no fim de 2024.
Dados demográficos
- A taxa de natalidade caiu para 5,63 por 1000 pessoas, recorde histórico.
- O governo tem promovido medidas para reduzir custos de gravidez, parto e educação dos filhos.
- O Presidente Xi Jinping descreveu a demografia como uma questão vital para o país.
Contexto político e social
- As políticas de procriação, anunciadas durante o XX Congresso de 2022, mantêm o objetivo de aumentar a taxa de natalidade.
- A adesão aos três filhos foi gradual e enfrenta resistência por questões económicas e de carreira.
- As autoridades ressaltam a necessidade de um sistema que enfrente custos associados à criação de filhos.
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